2016

ago 1
Eu sei ouvir?

Eu sei ouvir?

Postado por PJM em Microtransformações

Salve, salve galera!

Hoje vamos falar um pouco sobre saber ouvir…

Ouvir não é só escutar, ou o ato de perceber um som pela audição. Esse ouvir que estamos falando vai além disso. É saber entender, refletir e, de certo modo, concordar.

Muitas vezes cometemos o erro de deixar entrar por um ouvido e sai pelo outro. Eu sei que você concordo comigo nessa parte, fazemos muito disso no nosso dia-a-dia. Sabemos que é difícil ouvir opiniões diferentes da nossa e refletir sobre elas.

As vezes temos que guardar a nossa opinião um pouco para nós mesmos e deixar outra pessoa expressar também a dela.

É muito difícil abrir nossa mente, não é mesmo? Vamos parar de achar que só nossa opinião está sempre certa.

 Saiba dar voz ao próximo. Isso é viver o Evangelho! Perdemos conselhos, aulas e opiniões que poderiam nos ajudar, por conta do orgulho.

Ei, você mesmo! Pare de ser cabeça dura e saiba ouvir o que as pessoas tem a lhe dizer! Nem sempre vai ser um elogio e algumas vezes vão ser críticas. Nesse momento você vai ter que saber ouvir e pensar “o que estou fazendo de errado? Será que não posso melhorar?”.

Uma crítica pode ser boa na sua vida! Aproveite a oportunidade para crescer.

Precisamos ouvir e saber entender com fazer melhor da próxima vez!

Abra sua mente para novas ideias. Ouvir também é um ato de amor!

Por Larissa dos Santos Barbosa

jul 28
26º Aniversário do ECA

26º Aniversário do ECA

Postado por PJM em (in)formação

Salve, salve galera!

No mês de julho, comemoramos o aniversário de um dos estatutos mais importantes na promoção, garantia e defesa dos direitos das crianças e adolescentes.

Em 13 de julho de 1990 foi criado um estatuto com o objetivo de proteger os direitos das crianças e dos adolescentes. O ECA foi criado para que crianças e adolescentes possam ter seus direitos atendidos. A 26 anos a lei nº 8.069 existe para que isto possa ser feito da melhor forma possível .

Bem, vocês já pensaram em como seria se não existisse uma lei que pensasse nas crianças e adolescentes? Será que teríamos hoje médicos, professores, advogados, e muitas outras profissões? Se não existisse, não seria obrigatório que as crianças estudassem e, com isto, estariam trabalhando em situações desumanas.

Sabemos que, infelizmente até hoje, muitas crianças e jovens trabalham em condições escravas. É preciso continuar a luta pelos direitos de quem nem sabe que tem.

Bem, o ECA não esta aqui somente para  mostra os direitos, mas também os deveres. O ECA não promove a impunidade.

 Você sabia que para poder participar das reuniões do Conselho Tutelar, você só precisa ter mais de 16 anos e o título de eleitor? Basta entrar no site do Conselho ou da Prefeitura da sua cidade e ver as datas das reuniões.

Exerça sua cidadania participando do Conselho.

Cuidar dos direitos das crianças e adolescentes é mais do que cuidar do futuro. É cuidar do presente!

Por Joyce Fernanda Araújo Silva

jul 22
Eram 800 degraus

Eram 800 degraus

Postado por PJM em Marista sou, Viver o evangelho ,

“Lyon, França, 26 de julho de 1816. De manhã bem cedo, doze jovens subiam os 800 degraus que levam ao antigo santuário mariano de Fouvière, no topo da colina que domina a cidade”.

Foi a 200 anos…a 200 anos, nosso querido Padre Marcelino José Bento Champagnat, jovem, sobe a colina com outros onze jovens para assumir um compromisso que lhe custaria a vida. Um compromisso que custa a vida de milhões de jovens, até hoje.

Quem imaginaria que depois de 200 anos, nós, jovens maristas, estaríamos subindo a mesma colina para fazer a nossa promessa?

Quando digo colina, não só aquela de Lyon, na França, mas as colinas de nosso dia-a-dia.

Ora, eram 800 degraus. Certamente não foi uma subida fácil. Porém, muito maior do que o cansaço era a certeza de que a sua vida dependia disso. Muito maior era a vontade de “tornar Jesus Cristo conhecido e amado”. Muito maior era o amor que ele tinha pelas crianças e jovens.

Hoje nós sabemos que a nossa juventude, a juventude marista de Champagnat, continua subindo os mesmos 800 degraus. Sobe quando abre mão de sua própria vida, para doar-se ao outro. Sobe quando indigna-se diante da injustiça, da corrupção, da pobreza, da fome. Sobe quando acorda cedo, dorme tarde, estuda, trabalha, namora. Sobe quando diz: ex-aluno sim, ex-marista, nunca!

A juventude sabe que Champagnat sobe com ela esses 800 degraus da vida cotidiana. E mais, ela sabe que ele traz reforço. Junto com a juventude também sobe Jesus Cristo, que caminhou tanto enquanto viveu aqui na terra, anunciando a Boa Nova do Reino. Junto com a juventude também sobe Maria, nossa Boa Mãe. A jovem que negou a si mesma para que fosse feita a vontade de Deus.

A nossa juventude marista sabe que é penoso subir esses 800 degraus, mas ela continua subindo. O prazer da chegada até a Virgem Negra com certeza será um momento maravilhoso, mas a juventude não deixa de apreciar a vista e a companhia daqueles que os chamam para avançar. Afinal, não se trata de chegar, mas de partir!

jul 15
ENTREVISTA COM FERNANDO ANITELLI | OTM

ENTREVISTA COM FERNANDO ANITELLI | OTM

Postado por PJM em (in)formação, Partilha

Salve, salve galera!

Para encerrar bem a nossa semana, queremos partilhar com vocês a entrevista que a nossa querida Juliana Maria Fontoura fez com o vocalista da banda O Teatro Mágico, Fernando Anitelli, que abrilhantou nossa III Jornada Provincial Marista das Juventudes.

ENTREVISTA | FERNANDO ANITELLI | O TEATRO MÁGICO

            A Jornada Provincial Marista de Juventudes, atividade com 600 jovens do Grupo Marista, que ocorreu entre os dias 11 e 12 de junho de 2016, contou com a apresentação da banda O Teatro Mágico. A equipe de Comunicação Institucional do Grupo Marista entrevistou o líder do grupo, Fernando Anitelli. O bate papo abordou temas como protagonismo, juventudes, a trajetória da banda, a estética de performance e outros assuntos. Ao final, o vocalista deixou uma mensagem aos jovens Maristas. Boa leitura!

  1. O Teatro Mágico se consolidou como um grupo que possui grande aceitação do público jovem e uma facilidade enorme para se comunicar com este público. Como vocês conseguem esta aproximação?

Eu acho bem interessante esta aproximação com o público jovem. Desde o início do O Teatro Mágico a gente nunca pensou em atingir determinado nicho de mercado. A gente escolheu músicas que eu já tinha feito há anos, que eram mais doces, mais lúdicas. Com o passar do tempo, fomos transformando as temáticas, o conceito do álbum, as cores, os grooves, os timbres. A ideia era sempre fazer de cada álbum uma peça de teatro. A gente sentiu que num primeiro momento houve uma aceitação muito grande dos jovens. Depois, nós começamos a perceber que o nosso público começou a ficar bem mais diversificado, de várias idades. Os adolescentes começaram a levar o pai e a mãe nos shows. No segundo álbum nós começamos a incluir músicas como a Channel N. 5 e Cidadão de Papelão que traz críticas sociais. Neste momento surge o primeiro coro dizendo: “perderam a essência”. Cada álbum que a gente lança, recebemos estas críticas. A gente vai modificando e naturalmente o público também se modifica. Nós, do O Teatro Mágico, sempre pensamos nos assuntos que queremos abordar e não no público que queremos atingir.

  1. O conceito artístico do Teatro Mágico e a estética própria e original reunindo música com artes performáticas demonstram ousadia e inovação no trabalho de vocês. Comente um pouco a respeito desta “atitude artística”. Como ela pode ser vivida pelos jovens de hoje, em outros contextos da vida?

O que O Teatro Mágico faz não é novidade. Não temos nada de novo no figurino, na maquiagem, na nossa música. Desde a Grécia antiga as pessoas já usavam máscaras para fazer dançar. O Brasil é um país cheio de música, o carnaval nas ruas evidencia isso. Dentro do universo da música pop do ano 2000 não existe dentro do cenário brasileiro uma banda que se pinta toda de palhaço, que mistura essa pluralidade de artes e que fala que a música tem que ser livre e disponibiliza todo o material para as pessoas acessarem, de maneira democrática. Acho que é esse combo, a junção de tudo isso, que leva O Teatro Mágico pra esse lugar especial. A gente trabalha com as coisas mais simples. A gente está pegando o que é importante falar, fazendo pesquisa de timbre, pesquisa de texto, de grupo, reunindo pessoas que fazem performance. A gente vai reunindo essas coisas e dando o tom de cada álbum, de cada espetáculo. Tem uma parte de um texto de Mia Couto que conta a história de uma criança que os pais não deixavam ir até um limite de sua aldeia. A criança tinha medo de se aproximar de lá. Até que um dia ele distraído, conversando com uma menina, ultrapassa aquele limite. Ele se percebe feliz por ter feito aquilo. O Teatro Mágico é isso também. Nós vencemos os nossos medos e experimentamos; sem receio de ousar. Este espírito é o que pode inspirar a juventude. É esse lugar da ousadia, da coragem, de experimentar sem medo. Tem uma outra coisa. Quando você é um personagem, pode ser qualquer pessoa que está te assistindo. A pessoa que está na plateia pode se colocar no lugar do personagem; pode se identificar. O palhaço é um ser que não tem tribo. Ele entra no presídio, entra no hospital, na escola, na igreja, no semáforo. O palhaço é uma outra entidade; ele aproxima as pessoas. O Teatro Mágico, tendo este personagem, acaba chegando perto de todo mundo e todo mundo pode ser a gente.

  1. Comente um pouco sobre a trajetória musical da banda.

A nossa constante é a mutação. Isso fica bem evidente em algumas canções. Nós trabalhamos com diversas temáticas. Uma delas é a crítica social que, muitas vezes, aparece de maneira leve. Na música “Zazulejo”, por exemplo, tem um trecho que é bem assim: “Mas quando alguém te disser ta errado ou errada | Que não vai S na cebola e não vai S em feliz | Que o X pode ter som de Z e o CH pode ter som de X | Acredito que errado é aquele que fala correto e não vive o que diz”. Primeiro nós fazemos a pessoa rir e depois ela percebe que o recado é pra ela! A gente vai colocando junto com a crítica, a sutileza, o jogo de palavra, a poesia, uma textura diferente, os músicos.  A gente compreendeu que a maneira de se comunicar com o nosso público exige cada vez mais responsabilidade. Quando você lança o primeiro álbum, não deve nada a ninguém. No segundo, o público quer ver se você veio pra valer mesmo. No terceiro álbum a pressão é pra mudar, para não virar “cover de si mesmo”. O quarto álbum nós fizemos ao vivo, que era o “Recombinando Atos”. Depois da trilogia, dos três álbuns de estúdio e o quarto álbum ao vivo, resolvemos gravar um álbum que fosse o grão; o “começar de novo”. Foi justamente o momento em que o meu irmão mais velho vai morar com o papai do céu. Foi pra ele que eu fiz a música “Anjo mais velho” anos antes, num dia em que ele foi viajar e senti falta dele. Depois ele voltou, trabalhou com a gente um tempo, até que de repente vem o “bichinho do câncer” e leva ele embora. Aquilo deixou a minha família e todo mundo pra baixo. Aí eu pensei: vamos fazer um álbum todo branco? Eu gostava da ideia de que o branco é a junção de todas as cores, mas também é a ausência de cor. Todos os nossos trabalhos eram bem coloridos. Aquele poderia ser branco. Mas disco branco os Beatles já fizeram. Aí nós pensamos: Vamos fazer um álbum todo preto? Mas álbum preto, o Metálica já fez. Decidimos então fazer um álbum preto e branco! Foi assim que saiu o “grão do corpo”, que é um álbum muito introspectivo. É um álbum que vem lá de dentro. Eu acho que é um material pra cima, positivo, construtivo. É nesse álbum que a gente canta: “a vida anuncia que renuncia a morte”. É neste álbum que tem: “Quando há ferrugem no meu coração de lata é quando a fé ruge e o meu coração dilata”. Nesse álbum tem um monte de música que é pra cima, mas há na minha voz, no acorde, no timbre, uma melancolia. Depois da turnê com o grão do corpo, nós começamos a fazer umas versões das músicas do Clube da Esquina, começamos a fazer outras misturas e assim resolvemos gravar o álbum mais recente. E qual seria este conceito? Nós vamos falar das mazelas, mas precisamos fluir mais, a palavra tem que vir mais doce. Precisávamos tirar a densidade do “grão do corpo” e trazer uma nova paleta de cores, algo que seja propositivo, construtivo, ainda mais num momento em que o país está babando ódio e violência em tudo, em todas as relações. Esta luta que está acontecendo no país precisa ser pedagógica. Todo mundo tem que aprender com isso. A gente tem que sair dessa de uma maneira mais qualificada. O grito ancestral do circo é o “allehop”, que significa “vambora!” Neste álbum é esta ideia “pra cima” que queremos passar. O espírito é dizer que precisamos ir em frente. Lançamos uma primeira música com um clipe onde abordamos o empoderamento da mulher. A mensagem é “deixa ser, deixa a roda girar”, na alegria e na tristeza.

  1. “Deixa ser, deixa nascer, deixa a roda girar”. Na sua opinião, o que hoje precisamos necessariamente deixar ser, nascer e acontecer?

Esta frase significa deixar fluir, deixar as coisas acontecerem. Às vezes a gente entra numa estrada de pudores, moralismos, que vai aprisionando. O Deus que eu acredito andava com as prostitutas, andava com um monte de pescador que não sabia nem falar direito. Cristo falava palavrão. Ele dizia “essa raça de víboras”. Ele pra mim é um cara muito cheio de humor. Um cara que inventa um tiranossauro rex, com um bracinho pequeno e que nem consegue coçar as coisas, só pode ser um cara legal e bem humorado. Na Bíblia tem a história de Abraão, que vai no alto da montanha levando o seu filho para o sacrifício para provar a sua devoção. Aí Deus diz: “Abraão, fica susse! É brincadeira! Era só pra ver se você acreditava em mim” (risos). Deus era um cara muito cheio de graça. É nesse Deus que eu acredito. O Deus do deixa ser, deixa nascer tem a ver com isso. Tem a proposição de deixar as coisas acontecerem, as coisas seguirem o seu rumo natural. Tem a ideia de deixar as relações mais leves, mais humanas.

  1. O engajamento social também é uma das marcas características da banda. Dentre tantas iniciativas, como as letras politizadas e críticas, existe a MPB (música pra baixar), com a disponibilidade gratuita de todas as canções na Internet. De que maneira você acredita que essa juventude pode ser protagonista ao ponto de “não se acomodar com o que incomoda” para “anunciar a vida que renuncia a morte”?

O primeiro passo é o jovem se enxergar; olhar no espelho e ver o que ele é, o contexto em que ele está, quem são as pessoas que estão ao lado dele, encontrar pessoas que estão buscando as mesmas coisas que ele. É preciso fazer as coisas com responsabilidade; não deixar o ego passar por cima de um trabalho ou projeto; nunca entrar no lance do preconceito. Se a gente olhar pras coisas de maneira plural isso pode despertar inspiração e coerência. Todos nós somos protagonistas de antemão. Você pode ser um protagonista ativo ou passivo. Você pode estar no palco, dando a cara pra bater ou você pode estar nos bastidores, fazendo a coisa acontecer também. A grande ideia é “protagonize-se”. Nunca fique fora de contexto. Como dizem os malandros: camarão que dorme, a onda leva. A gente tem que se contextualizar, saber o que dizer e se envolver com as coisas, na arte, na sala de aula. Sempre questione seus professores, duvide de seus líderes. É este atrito que traz fogo! O mundo surgiu de uma explosão. Eu gosto da frase “ser é ousar ser”, do Hermann Hesse, autor do livro “O lobo da estepe”. Dentro deste livro tem uma passagem onde o personagem se encontra com os personagens que o habitam num teatro mágico. Esse livro me inspirou muito! Então é isso, eu digo que a juventude deve se envolver, fazer saraus, teatro, música, arte. Ser protagonista não é para o outro; é ser para você mesmo.

  1. Nas redes sociais nós conseguimos perceber uma interação permanente com o público, sobretudo com os jovens. Na música Amanhecerá, há um trecho que diz: “o post é voz que vos libertará”. Como o jovem pode utilizar-se desse espaço para a libertação e transformação pessoal e social?

É só não achar que a Internet é só pra mandar nudes; é só pra fazer joguinho e fofoca. Essa é a parte rasa. A Internet é uma biblioteca virtual gigante. Tem de tudo ali: vídeo, texto, foto, música, clipe, livro. Você pode ir pro caminho do mal ou caminho do bem. Pode se informar, se inteirar das coisas, amadurecer. Ela está ali e cabe a você decidir o que fazer com ela. A Internet é como o açúcar ou o sal. Tem que saber dosar.

  1. Para finalizar, você pode deixar uma mensagem inspiradora para esses jovens que participaram da Jornada Provincial Marista?

 

Eu diria pra esse pessoal: todo mundo diz que é preciso tolerar as coisas. Eu acho que nós não temos que tolerar nada. Tolerar é algo que traz no subtexto: você me incomoda e eu estou aqui tolerando você. Nós temos que coexistir! Nós temos que aprender a coexistir com as pessoas, respeitando, amando.. e não o amor raso! Temos que ir atrás do amor que faz revolução; respeitando todas as paletas de cores que compõem o universo, com todos os gêneros, possibilidades e diversidade.

Por Juliana Maria Fontoura

 

jul 14
“Amai-vos uns aos outros”

“Amai-vos uns aos outros”

Postado por PJM em Desafio, Experiência Formativa

“L’Hermitage, como Jerusalém, é o lugar da morte de quem idealizou um projeto para a construção do Reino. São lugares inspiradores para quem se dispõe a continuar a missão. No seu Testamento Espiritual, o Pe. Champagnat deixa-nos seus ensinamentos: a devoção à Boa Mãe Maria, sua humildade e desapego das coisas materiais deste mundo e o pedido mais gritante: “amai-vos uns aos outros! Oxalá se diga de vocês: Vejam como se amam os Irmãos”. Viver no amor é o espírito que L’Hermitage evoca, comprometendo as pessoas com a comunidade. Na proposta marista, voltar a L’Hermitage é como voltar a Jerusalém: ali o carisma ressucita, para viver em nós.” (Mística da Pastoral Juvenil Marista – artigo 147)

A missão marista é um sopro diário de vida, estar em missão é a busca constante da paz exterior e interior em meio ao caos. A missão Ir. Lourenço tem o propósito de convivência com as famílias, sem gestos concretos, se diferindo de missões anteriores. Sendo assim, traz para o missionário um tempo de reflexão, pois nada construído se vê e é palpável, mas internamente ocorre a grande mudança.

O caminho de uma semana é cheio de luzes e sombras e, quando não se sabe o que fazer, bate o desespero. Fiquei numa casa que tinha o casal e duas crianças, uma de 4 e outra de 6 anos, tornando-se ainda mais difícil pelo fato de não saber lidar com crianças. No primeiro dia passei com minha vizinha e amiga a tarde, visto que a família dela estava indo para a cidade e não tinha como levá-la. Passamos a tarde com as crianças, mas em momento nenhum elas quiseram brincar conosco. Sendo assim, a segunda barreira encontrada, a primeira já era entrar na família. De noite, quando fui me deitar, não sabia o que fazer e batia o desespero. Surgiam perguntas do tipo: “Qual o meu propósito? O que vim fazer aqui? Minha missão será essa mesmo? O que farei se os próximos dias foram assim também?”. Como não tinha respostas, a única coisa que consegui fazer foi chorar, então resolvi rezar. Lembrei-me do episódio de “Perdidos na neve” e rezei o “Lembrai-vos”, para que tivesse minha missão norteada. Terminei minha oração e fiquei conversando com Deus, então dormi. Os outros dias se tornaram mais fáceis, sempre agradecendo no final de cada dia pelo que tinha passado. Numa das reflexões que fiz, no ponto mais alto que tinha perto da minha casa, encontrei-me em L’Hermitage, como há quase um ano atrás. Um vale rural, onde pouco se vê de casas, apenas a natureza. A única casa que via era a casa que estava. Como falado pelo Ir. Alan, das Filipinas, quando nos foi apresentar a casa: “Você pode levar sua L’Hermitage para onde quiser, basta ter sua fé e missão”. Dali pra frente, meu pensamento mudou completamente. Era para estar ali, era para lidar com as crianças, era pra ouvir o que a família que me acolheu tinha para falar.

Como já disse, a missão é constante. Sempre que for chamada, farei o máximo para atendê-la. Independente do lugar que me chamem ao serviço da missão marista, irei atender. “Tornar Jesus Cristo conhecido e amado” é a missão mais importante que recebemos nesta caminhada. Muitos conhecem Jesus, mas poucos vão até ele. Logo, o objetivo do missionário é ir de encontro a essas pessoas que por diversos fatores não o encontram. A vida do missionário é encontrar Deus nas pessoas e nas coisas e mostrar através de gestos, brincadeiras e conversas, o quão maravilhoso é o encontro com Ele e com o outro.

Estar em missão é encontrar-se e se encontrar no outro. “Dizem por aí que a vida deve ser medida em intensidade – nunca em minutos! -, portanto, se quer viver muito,mesmo sem saber quanto tempo ainda viverá, viva intensamente enquanto a sua luz ainda está acesa e o seu coração ainda faz tum-tum. Porque a inapagável iminência do blackout total, infelizmente – e também felizmente, né? -, é uma certeza que você agora tem, criança.” ( “O amanhã é uma hipótese” – Não quero um amor meia-boca, Ricardo Coiro).

Por Giovanna Campos

jul 12
MSM Ir. Lourenço – Itapejara D’ Oeste

MSM Ir. Lourenço – Itapejara D’ Oeste

Postado por PJM em Sem categoria

PEREGRINOS EM CAMINHO!

“Se me dessem uma cidade inteira, só pra mim, eu ainda escolheria o sítio”, contava Antony, morador da comunidade de Porto Velho, identificada pelos que ali vivem como o “interior” de Itapejara d’Oeste, Paraná. O que o garoto de 11 anos não sabia é que, em sua sincera e humilde partilha, profetizava.

Entre os dias 02 e 10 de julho, 20 jovens Maristas participaram da “Missão Solidária Marista Irmão Lourenço”, na cidade de Itapejara d’Oeste, em especial recebidos pelos moradores de Barra Grande e Porto Velho. A atividade faz parte do itinerário de educação para a solidariedade, promovido pelo Grupo Marista, e consiste em um aprofundamento da prática solidária entre seus participantes.

O homenageado, Irmão Lourenço, que o diga! Caminhava todo domingo com uma sineta na mão, chamando as crianças para falar a elas sobre Deus. Caminho que também fez Cristo, de Belém à Narazé, de Caná à Jerusalém. Imitado de perto por Padre Champagnat, que há quase 200 anos subiu os degraus de Fourvière; que caminhando se perdeu na neve e se encontrou com Maria e que andando conheceu Montagne e se encontrou com a vontade de educar. Também fizeram um caminho os discípulos de Emaús, que só reconheceram Jesus na fração do pão.

Isto é um pouco da Missão Solidária. Um caminho que se caminha melhor quando se caminha junto e quando se partilha a vida. A proposta da Missão Irmão Lourenço é diferente daquelas que a antecedem: aqui, antes das atividades de grupo, está a experiência de vivência com a família acolhedora. Por 7 dias, o que fez a família, fez também o participante, recebido como filho e filha. Da canastra ao trato dos animais. Da ordenha à lenha a ser cortada. É uma peregrinação ao autoconhecimento e à hospitalidade. Durante esta semana, os jovens participaram de momentos de deserto, oferta e acolhida. É a liturgia da hospitalidade, onde todos abrem seu coração em plenitude ao outro e a si mesmo. Não há mais anfitrião ou hóspede, todos são família – espaços de partilha e vida.

A hospitalidade é de quem se propõe a encontrar Jesus durante o caminho, esteja ele na partilha do chimarrão ou no silêncio da noite estrelada de Itapejara. Antony profetizou, pois narrou o que viria a acontecer, uma semana depois da predição: ninguém queria deixar os novos lares, as novas famílias, redutos de carinho que os receberam na mesa e na roda de conversa diária. Missão, contudo, pede isso. É a sina do caminhante, missionário. A ele, “não há caminho, se faz caminho ao caminhar”, diria Antônio Machado. Que se sinta agradecido o solo santo de Itapejara, que abriu portas e lugares à mesa aos missionários, Maristas de Champagnat.

Gustavo Schimidt Queiroz – Jovem Marista participante da MSM Ir. Lourenço

jul 11
EIJM 2016 – Conheça a Delegação do Grupo Marista

EIJM 2016 – Conheça a Delegação do Grupo Marista

Postado por PJM em Sem categoria

Estimados Maristas de Champagnat

Estamos às vésperas do EIJM!

De 17 a 23 de julho de 2016, jovens Maristas, representando os 4 Ramos da Família Marista, estarão reunidos em Lyon – FR para mais uma edição do Encontro Internacional de Jovens Maristas (EIJM) – “Dare to Dream”. Neste ano, o encontro tem o desejo de promover a articulação das juventudes dos quatro ramos da Família Marista e celebrar o bicentenário da Promessa de Fourvière.

O Grupo Marista contará com a participação de 30 delegados (as). Os jovens foram escolhidos a partir de um pré-cadastro realizado no início do ano e divulgado para toda a Província. Por meio de alguns critérios, refletidos pela Comissão Provincial de Juventudes, buscou-se estabelecer uma delegação heterogênea, diversificada e que contemplasse as diferentes realidades juvenis presentes no Grupo Marista. A poucos dias do encontro, temos o prazer de apresentar a Delegação Oficial do Grupo Marista para o EIJM 2016 – Dare to Dream.

 

 Ailton Silva Lima | Centro Social Marista – Dourados/MS

“EM 2010 comecei a participar da PJM, na época era tudo diferente e animador, pois nunca tinha participado de um grupo de jovens, até então. Como eu era um participante assíduo, em 2012 recebi o convite para participar das formações para ser monitor, logo aceitei. Gostei tanto de estar à frente da PJM que comecei a me interessar pela profissão de pastoralista e, em uma certa ocasião, comentei ao educador de pastoral que um dia eu iria ser pastoralista também, e hoje sou jovem Pastoralista. Acredito  que minha participação no EIJM, além de ser uma grande experiência pessoal e de espiritualidade, ela ajudará a  contribuirá com minha atuação na formação e animação dos participantes em busca de uma PJM mais criativa, engajada e dinâmica. Bem como na colaboração da formação dos profissionais que atuam na unidade social. Consciente das responsabilidades que esta representatividade exige, no anseio de contribuir de formar qualitativa com a Pastoral do Centro Social Marista Dourados.”

Nome: Matheus de Oliveira Rosa dos Santos | TECPUC – Curitiba/PR

“Participo da PJM desde 2012 quando entrei no TECPUC e desde então venho criando um carinho muito grande pela pastoral e por todos que me acolheram tão bem desde o começo. Fui coordenador por dois anos enquanto aluno e pude participar de vários encontros que me fizeram crescer muito como pessoa e espiritualmente. Quero voltar do EIJM com experiência e conhecimento para poder agregar ainda mais a minha unidade e transmitir tudo o que vive nesses dias que estarei inserido em uma experiência que tenho certeza que será muito marcante na minha caminha de vida.”

Nome: Igor Martins Bellenda | PUCPR – Curitiba/PR

“Participei de alguns projetos dentro da pastoral universitária e atualmente estou envolvido com a PJM universitária. Espero que seja um encontro bastante proveitoso e que possa dar muitas chances de nós vivenciarmos cada vez mais o carisma marista, e botarmos em prática em nossas realidades, tudo o que for proposto.”

Nome: Weslley Bispo da Silva | Centro Social Marista Irmão Lourenço – São Paulo/SP

“Ao todo são 6 anos de Pastoral, onde eu tive a oportunidade de estar presentes em todas as esferas, desde participante até coordenador. A Pastoral foi essencial para me preparar para exercer o meu protagonismo e liderança juvenil. Espero aprofundar o meu conhecimento no universo Marista, conhecer e ter contato com todas as áreas de atuação do grupo Marista. Além de comemorar os 200 anos da promessa do nosso fundador e servir de exemplo para demonstrar a quão sólida e maravilhosa é a instituição destinada a Maria.”

Nome: Matheus de Oliveira Rosa dos Santos | TECPUC – Curitiba/PR

Participo da PJM desde 2012 quando entrei no TECPUC e desde então venho criando um carinho muito grande pela pastoral e por todos que me acolheram tão bem desde o começo. Fui coordenador por dois anos enquanto aluno e pude participar de vários encontros que me fizeram crescer muito como pessoa e espiritualmente. Quero voltar do EIJM com experiência e conhecimento para poder agregar ainda mais a minha unidade e transmitir tudo o que vive nesses dias que estarei inserido em uma experiência que tenho certeza que será muito marcante na minha caminha de vida.”

Nome: Weslley Bispo da Silva | Centro Social Marista Irmão Lourenço – São Paulo/SP

 “Ao todo são 6 anos de Pastoral, onde eu tive a oportunidade de estar presentes em todas as esferas, desde participante até coordenador. A Pastoral foi essencial para me preparar para exercer o meu protagonismo e liderança juvenil. Espero aprofundar o meu conhecimento no universo Marista, conhecer e ter contato com todas as áreas de atuação do grupo Marista. Além de comemorar os 200 anos da promessa do nosso fundador e servir de exemplo para demonstrar a quão sólida e maravilhosa é a instituição destinada a Maria.”

Nome: Dionatan Vieira | Colégio Marista São Francisco – Chapecó/SC

“Início em 2006. Participei tanto do Centro Social quanto da Pastoral no Colégio. Atualmente estou no Laicato Juvenil e pretendo me tornar Voluntário Internacional (Ad Gentes). Também desejo trabalhar na Pastoral. Quero vivenciar a totalidade e universalidade da Instituição, fazendo um intercâmbio de conhecimento com os participantes dos outros 3 ramos Maristas. Celebrar a Promessa de Fourviere e vislumbrar os próximos 200 anos, buscando contribuir para o sucesso deles. Partilhar experiências.”

Nome: Letícia Ruda Fusinato | Colégio Marista São Luis – Jaraguá do Sul/SC

“Participante desde 2005, já monitorei do 1º ao 3º momento, participei de todos os encontros de formação (DJM,CLIMA, RPV,MSM-3x – Ir. Miguél Angel-) e, a maioria como monitora e integrante da equipe de organização. Participei também de vários encontros provinciais, como participante e integrante da equipe de organização. Desde 2014 sou integrante da Comissão Provincial de juventudes. Espero que esse encontro promova diferentes trocas, culturais e de realidades, espero encontrar jovens, irmãs e irmãos que assim como eu, carregam no coração o mesmo amor e carisma marista. Espero poder conhecer mais da história dos 4 fundadores, e também poder experimentar a promessa que Champagnat fez a 200 anos.”

Nome: Nathiele dos Santos Grosso | Colégio Marista de Londrina – Londrina/PR

Entrei no colégio Marista em 2010, e desde então, comecei meus passos na Pastoral. Participei de todos os encontros formativos, ajudei a monitorar alguns, monitorava grupos dentro do colégio. Terminei o Ensino Médio em 2012, mas o carinho pelo Marista só aumentava, e a vontade de permanecer também. Continuo monitorando grupos, e auxiliando nos encontros locais, e agora vivencio o Laicato, que vem agregando ainda mais os carismas e valores Maristas na minha vida. Espero que o contato com jovens, irmãos, irmãs e padres MARISTAS do mundo inteiro, todos com as mesmas virtudes, os mesmos anseios, venha de encontro com o desejo de tornar Jesus Cristo conhecido e amado. Que seja mais que uma troca de experiências, de culturas e realidades… Que seja uma troca de espiritualidade e de amor. Espero, de coração, que seja intenso. Que a Promessa que foi feita a 200 anos atrás, permaneça em nossos corações, que o carinho que Champagnat tinha por Nossa Boa Mãe seja revivido nas nossas vidas, e que assim, possamos levar ao mundo Um Jeito Novo de Ser, um jeito jovem, mas de um jovem que ama a Eucaristia, que ama a Maria, que ama a Instituição Marista, e que busca propagar isso a todos ao seu redor.”

Nome: Gabriela Maciel de Castro | Colégio Marista Santa Maria Curitiba – PR

“Completo este ano dez anos de envolvimento com a PJM. Quero conhecer e ter a oportunidade de partilhar a minha vivência marista com pessoas do mundo inteiro! Será um espaço de espiritualidade, partilhas e celebração da história de Champagnat onde teremos a oportunidade de sermos testemunhas.”

Nome: Gabriel Lupatini | Colégio Marista Santa Maria – Curitiba/PR

“Comecei a participar em 2012 e fui surpreendido pela diferença que isso fez na minha vida. De encontros e acampamentos a MSMs, tudo teve muito significado e ajudou a formar minha personalidade. Desde então não consegui mais me afastar e posso dizer que a pastoral é grande parte de mim. Espero que seja um dos auges da minha trajetória pastoral, uma vivência intensa do que é ser marista, além de um motivador para seguir em frente.”

Nome: Alex da Rosa | Colégio Marista Criciúma – Criciúma/SC

“Em 2012, início de Ensino Médio, entrei para a PJM com objetivo de tocar o violão que tinha na sala, apenas isso. Ao participar das experiências formativas e do meu grupo na inexistente pastoral juvenil de criciúma fui aos poucos sendo conquistado por esse estilo de vida. Em 2015, recém formado, de fato encarei como vocação trabalhar na PJM e pude me tornar colaborador do Colégio, fato que perdura ainda hoje e liga indissociavelmente a minha história a da pastoral. Para o encontro, quero observar outros mundos e modos de ser PJM, principalmente explorar a diversidade de pessoas que se farão presentes no encontro, assim como conhecer um novo local, em outro país, que remonta a história do instituto.”

Nome: Maria Antônia Pontual – Toninha | Colégio Marista de Brasília | EM – Brasília/DF

“Iniciei minha trajetória na Pastoral em 2003 quando o grupo da minha unidade se chamava GAMAR. Tive a oportunidade de participar do lançamento da PJM e, desde então, esses 10 anos têm sido cheios de amizades, encontros, reencontros e experiências incríveis. Acredito que o Encontro Internacional de Jovens Maristas: Dare to Dream será mais uma oportunidade incrível de parar, refletir e repensar o caminho que o Instituto Marista tem feito para prosseguir com a promessa de Champagnat, bem como um momento de ouvir os jovens, conhecer diferentes realidades Maristas e possibilitar o alinhamento do que cada um de nós está fazendo para a perpetuação desse sonho. Espero que seja um momento de intercâmbio cultural, de troca de ideias e experiências, mas todos com o coração batendo para um mesmo propósito.”

Nome: Vanessa Borri | PUCPR – Toledo/PR

“Comecei no ano de 2008, no Colégio Marista de Londrina, participava dos encontros semanais participei do Raio de Luz, em 2009 entrei na PUC Toledo, participei de encontros semanais, fiz parte da comissão local em 2011 e 2012, participei de uma assembleia de juventudes, duas MSM, uma Missão Henri Vergès e uma Jornada Provincial. Minhas expectativas estão especialmente voltadas para as trocas de experiências com realidades muitas vezes tão diferentes da minha, ou até mesmo muito parecidas, pois acredito que essas trocas são as principais bases de edificação para uma melhoria da vivência Marista.”

Nome: Imão Ronaldo Luzzi | Colégio Marista São Francisco – Chapecó/SC

 “PJM, em todos os seus sentidos; desde 2005. No encontro quero conhecer, ouvir e sentir.”

NOME: Adriana Valentin | Centro Social Marista Itapejara D’ Oeste – Itapejara D’ Oeste/PR

Contratada são nove meses na Pastoral, participando são mais de cinco anos. Já participei de vários momentos formativos que ajudou muito no meu crescimento espiritual, pessoal e profissional. Sou muito grata em fazer parte da Pastoral e da família Marista.  Muito ansiosa pra que chegue o dia, com certeza momento muito importante pra nós jovens Maristas, acho que serão momentos únicos de espiritualidade, conhecimento, formação, amizades, valores e crescimento pessoal, expectativa para conhecer o lugar a Instituição Marista Internacional e os Irmãos Maristas.”

Nome: Jessica Valentim | Centro Social Marista Pouso Redondo – Pouso Redondo/SC

Iniciei minha trajetória em 2009, sempre fui muito curiosa e queria participar de tudo, muitas vezes fica brava, pois não tinha idade para participar de algumas atividades, mas os anos foram se passando e eu fui criando um amor muito grande por Champagnat e o Instituto Marista. Hoje muito do que sou devo aos Maristas que pela minha vida passaram. Como ainda sou muito curiosa, tenho vontade de conhecer e me aprofundar no Carisma Marista, para seguir no sonho de Champagnat de tornar Jesus Cristo conhecido e amado, e espero que o EIJM possa ajudar com isso, pois estar perto de outras culturas é sempre enriquecedor.”

Nome: Felipe Lima Alcântara | Colégio Marista de Brasília | EM – Brasília/DF

“Ex-aluno, participo da Pastoral há 8 anos, hoje integrante da Comissão Provincial de Juventudes e do Laicato Jovem. Espero que o EIJM possa trazer ideias para engrandecer o grupo do Laicato Jovem, conhecer pessoas de outros países que trazem diferentes vivências de Pastoral e trazer essa vontade de ousar sonhar, para a minha realidade.”

Nome: Irmão João Batista Pereira | Setor de Pastoral – Grupo Marista

“Religioso, há 23 anos trabalhando com a juventude, na Pastoral Juvenil Marista. Desejo que o encontro possa estabelecer e fortalecer os laços das juventudes do Mundo Marista; troca de experiência e levar adiante os frutos da Promessa e os frutos do EIJM.”

Nome: Ellene Carla Baettker | PUCPR – Toledo/PR

“Participo da Pastoral desde 2010. Fiz duas missões solidárias Maristas, uma Missão Universitária Henri Vergès. Atividades de solidariedade no campus, e atualmente faço o discernimento para o Voluntariado Internacional Marista. Acredito que seja um encontro de celebração, oração e encontro de toda a grande família Marista. Somos todos frutos de uma promessa feita a 200 anos atrás, que ainda é uma chama acessa em todo coração Marista!”

Nome: Irmão Ronivom Luiz da Silva | Programa Vida Feliz – Chapecó-SC

“Meu primeiro contato com a pastoral foi em Brasília quando eu era colaborador em meados de 2005 e depois, entrando na casa de formação, tive um contato maior com a PJM em Londrina no ano de 2010. Participei Também de algumas Missões Solidárias Maristas: Vale do Ribeira-SP, Ponte Serrada-SC, Santa Mônica-PR e outras.” A minha maior expectativa é o encontro com as pessoas e por ser na cidade de Lyon, espaço de vivência e praticamente início do Carisma Marista.

Nome: André Luiz Queiroz dos Santos | Centro Social Marista Dourados | Dourados/MS

“Foi em 2011 que conheci a PJM e descobri um jeito novo de me relacionar com as pessoas, também descobri que essas pessoas com propósitos diferentes sempre tinham algo em comum comigo. A PJM mudou meu jeito de olhar o mundo, por isso em 2013 fui monitor do meu primeiro grupo, continuo até hoje com esse trabalho voluntario que me torna cada vez mais gratificado. Desejo conhecer mais sobre a realidade marista no mundo, conhecer algo novo, compartilhar experiências, e trazer meu aprendizado para minha área de atuação social.”

Nome: João Felipe Heim | Colégio Marista de Cascavel | Cascavel/PR

“Participo da PJM há 11 anos, indo nos encontros no período que estudava no colégio e depois seguindo minha caminhada fora da unidade, participando das Missões Solidárias Marista, encontros do atual Laicato Jovem e a grande oportunidade de ir no Encontro Internacional de Jovens Maristas. As melhores possíveis, por ser na terra onde o Marista foi criado e sentir todo um ambiente especial que é onde Champagnat fundou esse instituto. Já trabalhei em um EIJM e mesmo estando na organização foi uma experiência incrível, com muitas trocas e partilhas feitas com os participantes, irmãos e responsáveis das mais diversas Províncias Maristas. Imagino que será uma semana muito especial, ainda mais por ser na semana que Champagnat fez a promessa de Fourvière.”

Nome: Ana Carolina Dias | Setor de Pastoral – Grupo Marista

“Minha vida no Marista começou em 2011 participando das atividades da Pastoral Universitária da PUCPR, em Curitiba. Em 2012 tive meu primeiro contato com a PJM, na MSM em Brunópolis. Desde 2013 componho a equipe do Setor de Pastoral, atuando nas ações voltadas às juventudes (PJM, Comissão de Juventudes e promoção e defesa). Acredito que o EIJM será uma experiência singular na minha vida Marista. Espaços que promovem o encontro de diferentes modos de vida são oportunos para nosso crescimento humano, profissional e espiritual. Celebrar os 200 anos da Promessa de Fourvère, em Lyon, junto a tantas outras pessoas que são frutos desta promessa, é uma verdadeira Graça.”

Nome: Irmão Rafael Fagner Ferreira | Centro Social Marista de Cascavel – Cascavel/PR

“Conhecendo os Irmãos me encantando pelo jeito de ser, pelo estilo de vida, decidi também seguir esse trajeto, começando então minha caminha pastoral já com o desejo de seguir os passos de Champagnat como Irmão Marista. Desde então colaboro na Pastoral Marista em diversas áreas, hoje em um Centro Social, com colaboradores, famílias, jovens e crianças. Manter o Carisma vivo só depende de nós por meio da união e fraternidade como Maristas de Champagnat. Desejo conhecer novas culturas e partilhar a sua própria nos abre a mente para o diferente, esse encontro apresentará para cada um de nós o diferente através do igual, apresentará diversas culturas por meio de pessoas, mas que vivenciam o mesmo carisma Marista, o jeito que vivo e as atividades que faço em minha província pode não ser a mesma que em outro país, porem o objetivo é o mesmo, propagar o carisma Marista, vivencia-lo com fé e amor. Minha expectativa é ir com o coração aberto e voltar com ele cheio de novas perspectivas e esperanças.”

Nome: Francine dos Santos Grosso | Colégio Marista de Londrina – Londrina/PR

“Entrei na PJM em 2007, no colégio Marista de Londrina, assim que entrei no ensino médio. Participei de vários encontros regionais, provinciais e nacionais, experiências formativas, monitorei grupos de PJM e alguns encontros. Já como ex-aluna, participei de grupos de 4° momento e atualmente estamos iniciando os encontros de Laicato Jovem. Em 2014 fui eleita membro da Comissão Local da minha unidade e no mesmo ano entrei na Comissão Provincial de Juventudes, o qual ainda participo. Espero nesse encontro conhecer pessoas e culturas diferentes que tenham o mesmo amor pelo Marista que eu tenho. Quero também conhecer mais sobre os ramos da família Marista, conhecer a mística que envolve suas vidas e aprender mais sobre o carisma.”

Nome: Natália Martinello Willemann | Colégio Marista de Criciúma – Criciúma/SC
“Estou na PJM há 5 anos e entrei por meio de um Acampa. Após isso fui para a monitoria e participei de experiências formativas como RPV e duas Missões Solidárias. Tive a oportunidade de participar de congressos e encontros provinciais e no ano passado pude ir na Peregrinação de Jovens Maristas a L’Hermitage. Hoje estou no Laicato Jovem de Criciúma e participo da PJM em Porto Alegrena na Província Sul-Amazônia. Espero ter um grande contato com Maristas do mundo inteiro conhecendo a realidade de cada país em que a Instituição está presente.”

Nome: Priscila Virginia dos Santos | Centro Social Marista Santa Mônica – Ponta Grossa/PR

“Minha Trajetória Pastoral iniciou no ano de 2012 no Centro Social Marista Santa Monica onde era estudante do 8° Ano. Como participante da PJM iniciei minha trajetória no mês de maio do mesmo ano, em 2013 na minha Unidade tornei-me coordenadora de um grupo da PJM e participei de meus primeiros encontros formativos a níveis Provinciais, o CLIMA (Curso de Liderança Marista) e o RPV (Retiro Projeto de Vida). Em 2014 fui eleita para a Comissão Provincial de Juventudes que representam as diversas realidades e juventudes presentes em nossa província e os mais de 3000 jovens que participam da PJM em nossa Província. Espero realmente conhecer novas realidades, as juventudes presentes nos outros ramos trocar experiências e histórias e fortalecer o carisma marista.”

Nome Douglas Rocha Paixão | PUCPR – Londrina/PR e Colégio Marista Santa Maria – Curitiba/PR
“Comecei a participar da PJM em 2011, ano em que entrei na PUCPR, no curso de Direito. Participei da PJM na Universidade, 4º momento, Comissão Local de juventudes e atualmente sou membro da Comissão Provincial de Juventudes. Hoje sou colaborador na pastoral do Colégio Santa Maria. Tenho grande expectativa pelo encontro, desde o estar com pessoas de diferentes realidades de todo o mundo, bem como com o momento do Instituto e as diversas facetas do ser marista. Espero que sejam dias de muita paz, alegria e crescimento para todos.”

Nome: Diogo Luiz Santana Galline | Setor de Pastoral – Grupo Marista
“Marista há vinte e cinco anos. Inicialmente como aluno, depois ex-aluno, voluntário, estagiário e, desde 2006, pastoralista. Hoje um apaixonado pelas juventudes Maristas! Meu maior sonho é que seja um importante momento celebrativo das juventudes Maristas dos quatros Ramos de todo o mundo. Que os jovens sejam testemunhos vivos do sonho de integração, internacionalidade e interculturalidade que o Instituto Marista tanto almeja!

Nome: Irmão Miguel Fernandes Ribeiro | Colégio Marista de Cascavel – Cascavel/PR
Minha história com o Instituto Marista começa há 20 anos atrás, quando, aos 6 anos de idade, conheci os Irmãos Alfredo e Pedrão no Recanto Marista de Dr. Camargo, onde meus pais haviam mudado. Desde então conheci muitos Irmãos que por lá passavam e fui me encantando com o jeito deles viverem. Na minha adolescência, quando começamos a pensar nosso projeto de vida, quis conhecer melhor os Irmãos e comecei a participar dos encontros vocacionais Maristas. Quanto mais conhecia mais me encantava pela vocação do Irmão; Na época era catequista e tinha o sonho de ser professor. Meu projeto de vida se cruzava com a proposta Marista. Em 2008 entrei para a formação Marista e, desde então tenho o privilégio de trabalhar com crianças e jovens, colaboradores e colaboradoras, leigos e leigas Maristas que nos ajudam a levar adiante o carisma legado por Champagnat. Fruto de uma promessa, fruto do encontro com um jovem que não conhecia a Deus, fruto do Espírito Santo. A força e ternura de Champagnat permitiu-o sonhar e desejar “tornar Jesus Cristo conhecido e amado”. Hoje, me sinto honrado por poder conhecer o lugar onde tudo começou e renovar a promessa feita por Champagnat e outros 11 Padres que tinham em seu coração um imenso amor à Deus, a Maria, Boa Mãe, e as pessoas. Sou grato a Deus por pertencer a um carisma tão rico e bonito, que continua inspirando tantas pessoas a viverem os valores Maristas e Cristãos, que continua a se espalhar pelo mundo e levar o nome de Cristo a todas as nações. Levo nesta viagem cada pessoa que fizeram e fazem parte de minha vida e de minha caminhada até aqui. Que estes 200 anos tornam-se 400, 600, 800, 1000… E continue evangelizando crianças, jovens e adultos, principalmente aqueles que mais precisam. Amém

 

 

 

jun 28
Mensagem das Irmãs Maristas Missionárias aos jovens Maristas

Mensagem das Irmãs Maristas Missionárias aos jovens Maristas

Postado por PJM em Sem categoria

Queridos (as) Jovens Maristas,

Estou muito feliz de poder enviar esta breve mensagem para aqueles que participaram do encontro que ocorreu durante o final de semana de 11 e 12 de junho no Brasil. Neste evento, vocês relembraram e celebraram diversos momentos marcantes e muito significativos na vida da Família Marista. Esses nos conectam com o passado, reanimam nossa fé no presente e têm o potencial de empoderar-nos a “Ousar a Sonhar” em um futuro no qual nós estaremos abertos a participar completa e alegremente com Cristo, para construirmos o Reino de Deus em nosso mundo.

Enquanto vocês celebram o Bicentenário da Promessa de Fourvière, eu os convido a refletirem sobre o fato de que os seminaristas que selaram a Promessa, em 23 de Julho de 1816, eram jovens – jovens como vocês! –  que estavam enormemente entusiasmados com a vida no presente e prontos para abrirem seus corações a novas possibilidades (os planos de Deus para eles) no futuro. Naquele dia, a semente da Sociedade de Maria foi plantada. Era uma semente que, com um regar e nutrir pacientes, iria eventualmente desenvolver-se em uma família cujos diferentes ramos expressam de forma pequena e simples a diversidade das dádivas do Espírito Santo que se encontram na unidade da Igreja. Nos últimos duzentos anos, o espírito de Maria tem se espalhado ao redor do mundo, através da gentil, humilde e compassiva presença e serviço de homens e mulheres Maristas. Esse, com certeza, é um motivo de celebração!

Durante os três anos de preparação, vocês também estão celebrando a fundação dos Irmãos Maristas das Escolas, por Marcelino Champagnat. Tendo feito a Promessa de Fourvière juntamente com os outros jovens Maristas, São Marcelino foi inspirado pelo Espírito Santo e por Maria, nossa Boa Mãe, a atender a necessidade específica da educação de garotos pobres. Por permitir que os planos de Deus se enraizassem e florescessem em seu coração, uma nova congregação nascia na Igreja cujo ministério do amor iria tocar o coração de milhares de crianças e jovens ao redor do mundo. Esse, com certeza, é outro motivo de celebração!

Um terceiro elemento para celebrar é o fato de que vocês, também, foram tocados pelo espírito de Maria e que Deus os está convidando a descobrir como vocês são chamados a ser Maristas no mundo hoje. O que significa para vocês absorver o espírito de Maria? Como isso afeta as suas escolhas diárias? Vocês conseguem “Ousar a Sonhar” que Deus os está utilizando para fazer a diferença – para pensar, para falar e para agir como Maria no seu dia a dia: na sua família, na sua escola, com os seus companheiros? Vocês estão preparados para serem missionários e levar a Boa Nova de Jesus para os outros em qualquer missão que Deus os convidar? Por meio do batismo, nós fomos enviados a proclamar a Palavra de Deus; como Maristas, nós somos convidados a fazer a diferença sendo um pouco a presença de Maria no mundo. Vocês estão prontos para aceitar o desafio de serem Maristas? Esse, com certeza, é mais outro motivo de celebração!

 Em nome de todas as Irmãs Maristas Missionárias, unidas a vocês no encontro da Família Marista, através da oração e do amor, eu os encorajo a viverem o momento presente com alegria e a abraçarem o futuro com a esperança de serem a Boa Nova, um para o outro, para a Glória de Deus e honra de Maria.

 

Sra. Georgeanne M. Donovan, smsm

Superiora Geral das Irmãs Missionárias da Sociedade de Maria.

 

jun 24
CNBB divulga nota sobre projetos em tramitação no Congresso

CNBB divulga nota sobre projetos em tramitação no Congresso

Postado por PJM em Sem categoria

Salve, salve galera!

Tudo certo?

 

Hoje gostaríamos de divulgar uma nota que a CNBB fez e encaminhou ao Congresso, sobre duas Propostas de Emendas à Constituição e um Projeto de Lei que merecem nossa atenção:

PEC 2015/2000 – Demarcação das terras indígenas

PEC 171/1993 – Redução da maioridade penal

Projeto de Lei 3722/2012 – Estatuto do desarmamento

 

A CNBB acredita que, se estes projetos forem aprovados, haverá grande perda nos direitos já alcançados.

Segue a carta na íntegra:

 

 

P -  Nº 0423/16




NOTA DA CNBB SOBRE PROJETOS EM TRAMITAÇÃO NO CONGRESSO

“Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5,24)




Reunido em Brasília-DF, nos dias 14 a 16 de junho de 2016, o CONSELHO PERMANENTE DA
CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DE BRASIL - CNBB dirige-se à população brasileira e,
em especial, aos atuais representante pelo destino do país, para manifestar, mais uma
vez, sua apreensão em relação à grave instabilidade institucional pela qual passa o
Brasil. Esta situação exige dos três poderes da República o cuidado corresponsável
para preservar os fundamentos de nossa Democracia e para propor ações que assegurem
e ampliem os direitos sociais já conquistados, sob pena de sacrificar ainda mais os
pobres e excluídos.

A vida socioeconômica e política brasileira passa por turbulências que não devem ser
usadas para desviar nossa atenção de vários projetos de lei que, em avançada tramitação
 no Congresso Nacional, ameaçam conquistas e direitos de populações mais vulneráveis
do país. Dentre eles, citamos três sobre os quais já nos pronunciamos em outras ocasiões,
no cumprimento de nossa missão humanista e evangelizadora.

A Proposta de Emenda Constitucional 215 (PEC 215/2000), que transfere do Executivo
para o Congresso Nacional a demarcação de terras indígenas, é um golpe mortal aos
direitos dos povos indígenas, atingindo também comunidades quilombolas. A sede de
lucro do agronegócio e os grandes projetos não podem se sobrepor ao direito originário
dos indígenas, reconhecido pela Constituição Federal. O compromisso dos parlamentares,
juntamente com o Executivo e o Judiciário, é envidar esforços para colocar fim aos
conflitos e à violência que têm ceifado inúmeras vidas. “A violência usada para acumular
dinheiro que mina sangue não nos torna poderosos nem imortais. Para todos, mais cedo ou
mais tarde, vem o juízo de Deus, do qual ninguém pode escapar” (Papa Francisco,
Misericordiae Vultus, 19).

Preocupam-nos também as articulações de bancadas no Congresso pela aprovação da
PEC 171/1993 que propõe a redução da maioridade penal. Insistir que a prisão de
adolescentes infratores seja caminho de solução para a violência no país é atribuir
aos jovens uma situação da qual são mais vítimas do que autores. Dos 56 mil assassinatos
ocorridos no Brasil em 2012, segundo o Mapa da Violência 2014, 30 mil (53,5%) foram
de jovens, dos quais 77% eram negros. Apostar nas medidas socioeducativas, em
políticas públicas para a juventude e no fortalecimento da família, com educação
e qualidade de vida, é eficaz caminho para o fim da violência.

Outro projeto extremamente danoso à sociedade é o Projeto de Lei 3722/2012 que, na
prática, revoga o Estatuto do Desarmamento. A quem interessa armar a população?
Quem ganha com a venda de armas? Facilitar o acesso às armas é sustentar a falsa ideia
de que a segurança está no armamento das pessoas, além de aumentar as oportunidades de
homicídios. É preciso promover a cultura da paz pela não violência e investir em políticas
públicas eficazes para toda a população.

Atentos ao futuro e conscientes de que a cidadania deve ser construída e defendida a
cada dia, sobretudo em tempos adversos, fazemos um apelo aos parlamentares: não aprovem
esses projetos! Ao povo brasileiro conclamamos: mantenha viva a esperança, porque
“a esperança não decepciona” (Rm 5,5).

Confiamos a Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, a proteção de seus filhos
e filhas.

Brasília-DF, 16 de junho de 2016.









Dom Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília
Presidente da CNBB

Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger
Arcebispo de São Salvador da Bahia
Vice-Presidente da CNBB


Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB

Fonte: http://anec.org.br/blog/2016/06/17/cnbb-divulga-nota-sobre-projetos-em-tramitacao-no-congresso/

 

jun 21
Depoimentos | III Jornada Provincial Marista das Juventudes

Depoimentos | III Jornada Provincial Marista das Juventudes

Postado por PJM em Experiência Formativa, Partilha

Salve, salve galera!

 

Hoje queremos partilhar com vocês um pouco sobre as impressões dos facilitadores dos workshops feitos na jornada.

 

“PRA VOCÊ, COMO FOI APLICAR A OFICINA/WORKSHOP?”

Jucie Parreira: (ARCO E FLECHA)

Foi bem interessante no sentido de que a gente pode proporcionar aos alunos não somente um contato com a diversidade cultural que temos no Brasil. Quando a gente começa a pensar na questão de arco e flecha, a variedade que a gente tem, mas, é principalmente a ideia do trabalho do foco e a ideia do preparo do próprio material, a ajuda que eles tiveram que fazer. Porque a gente começou primeiro com um grupo fazendo o treino da atividade e esse grupo  multiplicou: tem que trocar material, tem que ajudar o colega, tem que pensar essa forma, porque a forma final é decisiva para acertar o alvo ou para conseguir ter velocidade, isso é fundamental, isso exige planejamento. O fato da gente conseguir dialogar com eles sobre isso foi fundamental para a oficina.

Abel Domingues – Projeto cabeça de Coco: (BONECOS)

A experiência é simplesmente indescritível, o prazer de estar aqui, o privilegio de compartilhar essa comemoração do bicentenário dessa missão, desse proposito marista com a juventude é um prazer inenarrável. É uma satisfação, um prazer e espero ter o privilegio de participar muitos outros anos com vocês.

Michele Bravos – Jornalista: (FOTOGRAFIA)

Gostei bastante de poder compartilhar um pouco da minha experiência com a fotografia com os alunos, principalmente porque a gente focou na ideia da fotografia com celular, então eu acredito que a fotografia esta além do instrumento que a gente usa, ela é muito mais que isso. Espero ter contribuído de fato com os alunos. Eles se interessaram, porque eu vi alguns já fazendo a foto, e a gente propôs um exercício que eles pudessem fotografar durante o evento com alguns temas em mente e a ideia e que isso possa gerar um álbum com os olhares deles. Essa expressão deles, de como eles têm entendido o evento e vendo além do obvio. Pra mim foi muito gratificante partilhar e espero que as fotos retratem o trabalho dos alunos.

Felipe Gabriel Motin – Pastoralista da PUCPR (MÚSICA)

Pra mim foi uma experiência muito interessante e importante, poder ver os jovens empoderados por meio da música, ver a música tomando uma proporção enorme dentro do coração deles. Vendo que eles têm uma visão crítica da realidade e da sociedade em que eles vivem e que eles conseguiram colocar isso por meio da música, foi fantástico. Então, eu fico muito grato por essa oportunidade e por estar fazendo parte dessa equipe e dessa jornada. Rumo a mais 200 anos de muita diferença, de transformação social que a gente está buscando.

João Leno Venuka –  (FILTRO DOS SONHOS).

Foi bem gratificante, pela questão do filtro dos sonhos. É um tema bem importante trabalhar sonhos, a gente abordou a questão dos sonhos, aqueles que a gente sonha dormindo ou acordado e ver a diferença de cada jovem ao tecer essa teia dos sonhos. Alguns com um pouco mais de dificuldades e outros não. Na hora de fazer o filtro dos sonhos alguns desistindo e outras pessoas do lado tentando ajudar pra não desistir, mas no geral todos conseguiram fazer o filtro dos sonhos e foi bem bacana, todos gostaram muito.

Annelise Mileo – Educadora Social no Centro Educacional Marista de Curitiba: Teatro

Foi muito divertido, porque é um público jovem, eu também sou jovem, então a gente fala a mesma língua. Eles conseguiam prestar bastante atenção no que eu estava falando. Fazia uma linguagem muito parecida com a deles. Como eu trabalho com teatro a 20 anos praticamente, eu conseguia improvisar alguns exercícios cênicos com eles através da realidade que eles estavam me trazendo. Ao longo da oficina modifiquei o que tinha sido programado, porque percebi que a necessidade deles era outra, mas isso aconteceu porque me senti a vontade. Foi muito legal, adorei.

Rudi Nicola – Projeto Stencil

Primeiro agradecer o convite do grupo, primeira vez que trabalho dentro do Colégio [Marista] Santa Maria, mesmo estando no Grupo Marista, a gente acaba executando trabalhos separadamente. E primeiro trazer o Stencil para o colégio é importante, pois essa é uma experiência que a gente trabalha nos Centros Sociais. Trazer um pouquinho dessa coisa da arte Urbana que muitos dos jovens que a gente trabalha se apropriam. Então é isso, trazer para outros espaços metodologias que a gente usa nos centros sociais, que tem a ver com arte urbana, cultura urbana e que a gente usa para a transformação social de modo geral.

Claudia Pacheco – Empoderamento Feminino

Foi muito melhor do que eu imaginava. Eu tinha pensado em fazer uma parte teórica e uma parte prática e aí começaram com a teoria e acabamos fazendo uma roda de conversa, um grupo de discussão. As meninas participaram super bem, acho que foi um aprendizado para mim e todos que estavam juntos, foi muito bom, a gente discutiu bastante e com certeza vai sair daqui muitas reflexões bacanas.

Por Nathan da Costa