Marista sou

ago 21
MÊS VOCACIONAL | VIDA CONSAGRADA

MÊS VOCACIONAL | VIDA CONSAGRADA

Postado por PJM em Marista sou

Salve, salve galera!!

Nesta terceira semana do mês vocacional, nós temos um motivo muito bacana para comemorar: a vida consagrada!

Essa comemoração nos traz à memória quando Champagnat sonhou a Sociedade de Maria feita de irmãos educadores.

A Igreja mostra toda a sua diversidade na vida consagrada, feita de homens e mulheres, de diferentes carismas, professando um só Deus.

Lembramos algumas partes da homilia que o Papa Francisco fez no dia 02 de fevereiro, para o Dia da Vida Consagrada:

Quando os pais de Jesus levaram o Menino ao Templo para cumprir as prescrições da lei, Simeão, «impelido pelo Espírito» (Lc 2, 27), toma nos seus braços o Menino e começa a louvar a Deus. Um cântico de bênção e de louvor: «Porque meus olhos viram a Salvação que ofereceste a todos os povos, Luz para se revelar às nações e glória de Israel, teu povo» (Lc 2, 30-32). Simeão não só pôde ver, mas teve também o privilégio de abraçar a esperança por que aspirava, e isto fá-lo exultar de alegria. O seu coração rejubila porque Deus habita no meio do seu povo; sente-O carne da sua carne.

O cântico de Simeão é o cântico do homem crente que, na reta final dos seus dias, pode afirmar: É verdade! A esperança em Deus nunca decepciona (cf. Rm 5, 5); Ele não engana. Na sua velhice, Simeão e Ana são capazes duma nova fecundidade e dão testemunho disso mesmo cantando: a vida merece ser vivida com esperança, porque o Senhor mantém a sua promessa; e será o próprio Jesus que explicará, mais tarde, esta promessa na sinagoga de Nazaré: os doentes, os presos, os abandonados, os pobres, os anciãos, os pecadores… também eles são convidados a entoar o mesmo cântico de esperança, ou seja, que Jesus está com eles, está conosco (cf. Lc 4, 18-19).

Este cântico de esperança recebemo-lo em herança dos nossos pais. Eles introduziram-nos nesta “dinâmica”. Nos seus rostos, nas suas vidas, na sua dedicação diária e constante, pudemos ver como este louvor se fez carne. Somos herdeiros dos sonhos dos nossos pais, herdeiros da esperança que não decepcionou as nossas mães e os nossos pais fundadores, os nossos irmãos mais velhos. Somos herdeiros dos nossos anciãos que tiveram a coragem de sonhar; e, como eles, também nós hoje queremos cantar: Deus não engana, a esperança n’Ele não decepciona. Deus vem ao encontro do seu povo. E queremos cantar embrenhando-nos na profecia de Joel: «Derramarei o meu Espírito sobre toda a humanidade. Os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos anciãos terão sonhos e os vossos jovens terão visões» (3, 1).

Faz-nos bem acolher o sonho dos nossos pais, para podermos profetizar hoje e encontrar novamente aquilo que um dia inflamou o nosso coração. Sonho e profecia juntos. Memória de como sonharam os nossos anciãos, os nossos pais e mães, e coragem para levar por diante, profeticamente, este sonho.

Esta atitude tornar-nos-á fecundos, mas sobretudo preservar-nos-á duma tentação que pode tornar estéril a nossa vida consagrada: a tentação da sobrevivência. Um mal que pode instalar-se pouco a pouco dentro de nós, no seio das nossas comunidades. A atitude de sobrevivência faz-nos tornar reacionários, temerosos, faz-nos fechar lenta e silenciosamente nas nossas casas e nos nossos esquemas. Faz-nos olhar para trás, para os feitos gloriosos mas passados, o que, em vez de despertar a criatividade profética nascida dos sonhos dos nossos fundadores, procura atalhos para escapar aos desafios que hoje batem às nossas portas. A psicologia da sobrevivência tira força aos nossos carismas, porque leva-nos a «domesticá-los», a pô-los «ao nosso alcance» mas privando-os da força criativa que eles inauguraram; faz com que queiramos mais proteger espaços, edifícios ou estruturas do que tornar possíveis novos processos. A tentação da sobrevivência faz-nos esquecer a graça, transforma-nos em profissionais do sagrado, mas não pais, mães ou irmãos da esperança, que fomos chamados a profetizar. Este clima de sobrevivência torna árido o coração dos nossos anciãos privando-os da capacidade de sonhar e, assim, torna estéril a profecia que os mais jovens são chamados a anunciar e realizar.

Voltemos ao Evangelho e contemplemos de novo a cena. O que suscitou o cântico de louvor em Simeão e Ana não foi, por certo, o olhar para si mesmos, o analisar e rever a própria situação pessoal. Não foi o permanecer fechados com medo de algo ruim que lhes pudesse acontecer. O que suscitou o cântico foi a esperança, aquela esperança que os sustentava na velhice. Aquela esperança viu-se recompensada no encontro com Jesus. Quando Maria coloca nos braços de Simeão o Filho da Promessa, o ancião começa a cantar os seus sonhos. Quando coloca Jesus no meio do seu povo, este encontra a alegria. Sim, só isto nos poderá restituir a alegria e a esperança, só isto nos salvará de viver numa atitude de sobrevivência, só isto tornará fecunda a nossa vida, e manterá vivo o nosso coração: colocar Jesus precisamente onde Ele deve estar, ou seja, no meio do seu povo.

Todos estamos conscientes da transformação multicultural que atravessamos, ninguém o põe em dúvida. Daqui a importância de o consagrado e a consagrada estarem inseridos com Jesus na vida, no coração destas grandes transformações. A missão – em conformidade com cada carisma particular – é aquela que nos lembra que fomos convidados a ser fermento desta massa concreta. Poderão certamente haver ‘farinhas’ melhores, mas o Senhor convidou-nos a levedar aqui e agora, com os desafios que nos aparecem. E não com atitude defensiva, nem movidos pelos nossos medos, mas com as mãos no arado procurando fazer crescer o trigo muitas vezes semeado no meio do joio. 

Colocarmo-nos com Jesus no meio do seu povo, porque «sentimos o desafio de descobrir e transmitir a “mística” de viver juntos, misturar-nos, encontrar-nos, dar o braço, apoiar-nos, participar nesta maré um pouco caótica que [com o Senhor] pode transformar-se numa verdadeira experiência de fraternidade, numa caravana solidária, numa peregrinação sagrada. (…) Como seria bom, salutar, libertador, esperançoso, se pudéssemos trilhar este caminho! Sair de si mesmo para se unir aos outros» (Exort. ap. Evangelium gaudium, 87) não só faz bem, mas transforma a nossa vida e a nossa esperança num cântico de louvor. Mas isto só o poderemos fazer, se assumirmos os sonhos dos nossos anciãos e os transformarmos em profecia.

Rezemos por todas as vocações e, em especial, pela vida consagrada, que tanto fez e faz para a Igreja no mundo.

Fontes:

https://noticias.cancaonova.com/especiais/pontificado/francisco/homilia-do-papa-no-dia-da-vida-consagrada-2017/

 

ago 15
DIA DO MARISTA | ESTAR EM MEIO AOS JOVENS: NOSSO CHAMADO!

DIA DO MARISTA | ESTAR EM MEIO AOS JOVENS: NOSSO CHAMADO!

Postado por PJM em Marista sou

Hoje, em comemoração ao Dia do Marista, vamos compartilhar a experiência de vocação que nosso querido Ir. João:

Estudava em um colégio, cujo irmãos maristas estavam presentes, porém era um colégio técnico pertencente ao governo. Ali, nos anos 70, comecei a usufruir do carisma marista através das aulas de Ensino Religioso e do coral, cujo responsável era um irmão marista. Num belo dia, numa aula qualquer, adentrou um irmão para falar um pouco sobre os irmãos maristas. Era um irmão que parecia um santo, uma estátua dessas de igreja, bem alto, magro, usava um sobretudo longo e preto. Suas afeições se assemelhava muito com o padre Champagnat. O nome dele era Ir. Aurélio. Sua presença e sua fala foi extremamente impactante, que até hoje lembro-me daquela manhã, como se fosse ontem. Ao final da sua fala eu já tinha sido tocado e ficou gravado em minha mente e meu coração as fotos e o trabalho que os irmãos desenvolviam na África.

Depois desse dia, comecei a prestar atenção nos demais irmãos do colégio. Um deles, bem jovem, me chamava a atenção de forma especial. Primeiro por ser jovem e em segundo por estar sempre com os alunos no recreio, com seu violão. Ao seu redor a gente ficava, escutávamos as músicas, cantávamos juntos etc. Foi a partir desse fato que entrei para o coral, conhecendo dessa forma um pouco mais os irmãos. E foi essa proximidade do irmão aos alunos no recreio, que me fez tomar uma resolução, ainda na minha adolescência: se um dia eu fosse irmão marista, queria ser igual a esse irmão, ou seja, estar junto com a juventude. E assim se deu. Em 1977 dei meu nome para ser irmão marista. Em 1980 e 1981 fiz encontros vocacionais e em 1982 entrei na casa de formação. O tempo passou muito rápido. Em 1987, no dia 21 de novembro, há 30 anos atrás eu me tornava Irmão Marista.

Desde o primeiro momento em que abracei essa vocação, até nos dias atuais, abracei a causa juvenil. E foi lá, nos  meus 12 anos de idade, que optei por ser o que sou hoje e a partir do próximo ano, fazer a experiência de ser missionário, que me calou fundo, naquele dia em que o Ir. Aurélio falou sobre as missões. Neste mês vocacional e nesse dia do marista, convido a todos a refletirem sobre suas vocações. E se você está pensando em abraçar a vida marista, eu só digo uma coisa: vale a pena! Não tenha medo de se lançar. Muitas pessoas te esperam.

Um forte abraço e um beijão no coração do sempre amigo Brother John.

Ir. João Batista Pereira

 

ago 11
MÊS VOCACIONAL | CORAÇÃO DE ESTUDANTE

MÊS VOCACIONAL | CORAÇÃO DE ESTUDANTE

Postado por PJM em Marista sou

E aí pessoal, tudo certo??

Hoje é um todo especial para nós, que fomos e/ou somos estudantes!

Nós podemos dizer que a história das lutas no Brasil sempre envolveram diretamente a participação dos estudantes. Desde o movimento das diretas já e, mais recentemente, as manifestações sobre a reforma do Ensino Médio.

Este movimento de empoderamento dos estudantes sobre as causas que os atingem diretamente é muito bacana, para que não sejam apenas receptores de políticas públicas ou vítimas delas.

É muito importante que os jovens se apropriem dessas pautas, para que possam exercer a sua cidadania de forma consciente e crítica.

É como Milton Nascimento diz: “mas renova-se a esperança, nova aurora a cada dia e há que se cuidar do broto pra que a vida nos dê flor, flor e fruto”.

Parabéns a todos os estudantes!!

jun 6
200 ANOS DEPOIS…

200 ANOS DEPOIS…

Postado por PJM em Marista sou

Salve, salve galera!!!

 

Quem diria que 200 anos depois do início do pequeno grande sonho de Marcelino José Bento Champagnat, nós, Maristas, estaríamos comemorando essa linda história.

 

E que história!!!

 

São muitos aqueles e aquelas que foram encantados com o carisma marista e seus ensinamentos.

Hoje nós estamos espalhados pelo mundo todo…somos milhões!!!

 

E que bonito é poder vivenciar essa festa

 

 

 

abr 26
CARTA DO PAPA FRANCISCO AO IR. EMILI TURÚ

CARTA DO PAPA FRANCISCO AO IR. EMILI TURÚ

Postado por PJM em Marista sou ,

Bom dia pessoal!!

Tudo certo??

Hoje queremos compartilhar a carta que o Ir. Emili Turú, nosso Superior Geral, recebeu do Papa Francisco, em virtude do Bicentenário Marista.

Como sempre, nosso querido pastor é muito amoroso, nos levando a refletir e nos animando à continuar caminhando em busca do Reino.

Ao Irmão Emili Turú Rofes

Superior Geral dos Irmãos Maristas

Querido irmão:

Tenho o prazer de cumprimentá-lo e, através de você, toda a família marista, por ocasião do Bicentenário da fundação da Congregação, durante o qual celebrarão o XXII Capítulo Geral, que acontecerá na Colômbia. Desejaram preparar essa efeméride sob o lema “um novo começo”, onde se encontra sintetizado todo um programa de renovação que supõe olhar com agradecimento o passado, discernir o presente e abrir-se, com esperança, ao futuro.

A gratidão é o primeiro sentimento que brota do coração. É necessária essa atitude de reconhecimento para valorizar as obras grandes que Deus fez através de vocês. Ao mesmo tempo, dar graças nos faz bem; ajuda-nos a nos reconhecer pequenos diante dos olhos do Senhor e devedores de uma tradição que nos foi dada sem que tenhamos feito nada. Vocês pertencem a uma grande família, rica de testemunhos que souberam doar suas vidas por amor a Deus e ao próximo, com esse espírito de irmandade que caracteriza a Congregação e que converte o outro em “irmão muito querido para mim” (Fl 16). Esses dois séculos de existência se transformaram em uma grande história de entrega em favor das crianças e jovens, que foram acolhidos em todas as partes dos cinco continentes e foram formados para serem bons cidadãos e, sobretudo, bons cristãos. Estas obras de bem são expressão da bondade e misericórdia de Deus que, apesar de nossas limitações e inabilidades, jamais se esquece de seus filhos.

Todavia, não basta contemplar o passado, mas é necessário realizar um discernimento do momento presente. É correto se examinarem e é bom que o façam à luz do Espírito. Discernir é reconhecer com objetividade e caridade o estado atual, confrontando-o com o espírito fundacional. São Marcelino Champagnat foi um inovador para o seu tempo no âmbito educativo e da formação. Ele mesmo experimentou a necessidade do amor para poder conseguir fazer brilhar as potencialidades que cada criança tem escondidas dentro de si. Seu santo fundador dizia: “A educação é para a criança o que o cultivo é para o solo. Por melhor que seja um terreno, se permanecer inculto, não produzirá senão espinhos e abrolhos”. A tarefa do educador é de entrega constante e tem uma carga de sacrifício; no entanto, a educação é coisa do coração e isto a faz diferente e sublime. Ser chamados a cultivar exige, primeiro de tudo, cultivar a si mesmos. O religioso educador tem que cuidar do seu campo interior, das suas reservas humanas e espirituais para poder sair a semear e cuidar do terreno que lhe confiaram. Devem ser conscientes que o terreno que trabalham e modelam é “sagrado”, vendo nele o amor e a marca de Deus. Com essa dedicação e esforço, fieis à missão recebida, contribuirão à obra de Deus, que lhes chama a ser simples instrumentos em suas mãos.

Finalmente, animo-os a que se abram com esperança para o futuro, caminhando com espírito renovado; não é um caminho diferente, mas vivificado no Espírito. A sociedade hoje precisa de pessoas sólidas em seus princípios que possam dar testemunho daquilo que creem e assim construir um mundo melhor para todos. Serão guiados nesse caminho pelo lema do vosso Instituto religioso, que é em si um projeto de vida: “Tudo a Jesus por Maria; tudo a Maria para Jesus”. Trata-se de confiar em Maria e se deixar guiar por ela na sua humildade e serviço, na sua prontidão e entrega silenciosa; são atitudes que o bom religioso e educador tem que transmitir com seu exemplo.

Os jovens reconhecerão, em seu modo de ser e atuar, que existe algo de extraordinário e compreenderão que vale a pena não só aprender esses valores mas, sobretudo, interiorizá-los e imitá-los. Maria os acompanhará nesse propósito e, com ela, ratificarão sua vocação, contribuindo a criar uma humanidade sempre e continuamente renovada, onde o vulnerável e o descartado sejam valorizados e amados. Este futuro que desejam e que sonham não é uma utopia: constrói-se desde hoje, dizendo “sim” à vontade de Deus na certeza de que ele, como Pai bom, não decepcionará a nossa esperança.

Agradeço ao Senhor e a Maria, nossa Boa Mãe – como São Marcelino gostava de chamá-la – a presença na Igreja de vossa vocação e serviço, e peço para vocês o dom do Espírito Santo para que, movidos por ele, levem às crianças e jovens, assim como a todos os necessitados, a proximidade e a ternura de Deus.

Vaticano, 10 de abril de 2017

assinatura

abr 18
UM SANTO SE FEZ…

UM SANTO SE FEZ…

Postado por PJM em Marista sou ,

Salve, salve!

 

Hoje é um grande dia para nós, Maristas de Champagnat! A dezoito anos atrás, Marcelino José Bento Champagnat foi canonizado, pela voz e mãos de João Paulo II, representante da igreja no mundo.

Foi um dia de muita alegria para todos os maristas, que esperavam tanto por esse momento.

Neste ano, em que comemoramos o bicentenário da sua obra, tudo faz ainda mais sentido. Toda a dedicação que Champagnat teve para que seu sonho fosse realizado, hoje chega aos quatro cantos do mundo.

 

Há muito o que festejar!! Nossas crianças e jovens que, inspirados pela espiritualidade de Marcelino, constroem um mundo melhor, do jeito de Maria.

 

Somos provocados a olhar para essa bela obra e ver quão bonito é o amor de Jesus por nós que, com a ajuda de nossa Boa Mãe, nunca deixou que essa chama se apagasse.

Por isso, enchemos o peito de alegria e dizemos: São Marcelino Champagnat, rogai por nós!

mar 17
RELATO DE UMA MISSIONÁRIA

RELATO DE UMA MISSIONÁRIA

Postado por PJM em Desafio, Marista sou, Partilha ,

Salve, galera!

Hoje quero compartilhar com vocês a experiência que estou vivendo como voluntária.

Estou fazendo meu Voluntariado em um projeto Marista chamado Three2six, em Johannesburgo, África do Sul. Projeto que atende crianças refugiadas que não tem acesso a educação pública do país. Isso porque, muitos estão irregulares e não tem nem os documentos básicos, como certidão de nascimento. Aqui, não atuamos como uma escola regular. O projeto é uma ponte para que essas crianças consigam acesso a rede pública.

Eu faço um pouco de tudo. Auxilio no escritório, faço atividades recreativas com as crianças, e auxilio as que têm dificuldades no aprendizado. Estar em um projeto que tem como objetivo auxiliar aqueles que mais precisam, me faz muito feliz e me faz acreditar que este projeto estava nos sonhos de Champagnat. Essas crianças, por mais que passem dificuldades, estão sempre com um sorriso no rosto, falando uma palavra de carinho para nós.

Não vivo em comunidade de irmãos, mas sim com outros voluntários. Estou dividindo a casa agora com duas voluntarias da Alemanha, uma delas é Marista. E durante o ano outros voluntários virão dos Estados Unidos, Austrália e Portugal. E é muito bom ter esse contado com diversas línguas, e culturas. Cada dia é um novo aprendizado, e tenho que admitir que é bem diferente do que viver com nossos pais.

Não é muito fácil ficar longe da família e amigos. Muitas vezes me sinto sozinha, com vontade de ver meus amigos e conversar por horas e horas. E aí vem a nossa preparação para esse momento, e a vivência da espiritualidade. Eu escolhi estar aqui por inteiro, e rezo sempre para que a boa mãe interceda por mim, para que eu possa realmente colaborar para a obra Marista.

Por Ellene Carla Baettker

fev 15
SANGUE MARISTA III

SANGUE MARISTA III

Postado por PJM em Marista sou

Prezados Maristas de Champagnat!

 

É do conhecimento de todos nós que o número de doações de sangue cai durante a semana do Carnaval, pensando nisso, iniciamos mais uma edição de Doação de Sangue Marista!

Essa campanha já acontece a 3 anos na nossa província. Os maristas são chamados a se colocar a serviço do próximo, na doação de sangue e cadastro da medula óssea.

Todos são convidados a participar e se juntem a essa causa! É um gesto simples que pode transformar vidas.

Compareça ao hemocentro de sua cidade entre o dia 20 de fevereiro a 05 de Março e se quiser, poste uma foto com as hashtags #sanguemarista #MillionMarists!

Contamos com você para essa demonstração de solidariedade, fazendo esse Carnaval diferente!

#BicentenárioMarista #AnoLaValla

Os requisitos para doar sangue são:

•Apresentar documento oficial com foto (RG, carteira de motorista com foto, carteira de trabalho);

•Estar em boas condições de saúde;

•Idade entre 16 e 60 anos. Para menores de idade (16 ou 17 anos), a doação só pode ser feita com a presença e o consentimento por escrito de um responsável legal. A idade máxima para a primeira doação é até 60 anos;

•Se vier acompanhado de alguma criança, deverá trazer outro adulto para acompanhá-la;

•Pesar 50kg ou mais (nas coletas externas, 53kg ou mais);

•Estar bem alimentado, porém devendo aguardar 3 horas após o almoço ou jantar;

•Estar bem hidratado, ingerindo no mínimo 500 ml de água antes da doação;

•Ter dormido bem por pelo menos 6 horas na noite anterior a doação;

•Não estar grávida ou amamentando;

•Não ter tido gripe, infecção bacteriana, febre, ou usado antibiótico nas últimas 2 semanas;

•Não ter feito tatuagem, piercing ou maquiagem definitiva há menos de 12 meses;

•Não ter piercing em cavidade oral ou região genital;

•Não ter feito procedimento endoscópico (endoscopia/colonoscopia) há menos de 6 meses;

•Não ter feito uso de bebida alcoólica nas últimas 24 horas que antecedem a doação;

•Uso de medicamentos, outras doenças, tratamento dentário, cirurgias, vacinas, viagens são avaliados individualmente;

•O questionário é extenso e pode haver outros critérios de exclusão detectados somente durante a entrevista.

*Lembrete: a campanha da vacinação da dengue está pra se iniciar então quem está nas cidades que haverá a vacinação deve doar sangue antes de se vacinar pois a vacina impede a doação por 30 dias*

jul 22
Eram 800 degraus

Eram 800 degraus

Postado por PJM em Marista sou, Viver o evangelho ,

“Lyon, França, 26 de julho de 1816. De manhã bem cedo, doze jovens subiam os 800 degraus que levam ao antigo santuário mariano de Fouvière, no topo da colina que domina a cidade”.

Foi a 200 anos…a 200 anos, nosso querido Padre Marcelino José Bento Champagnat, jovem, sobe a colina com outros onze jovens para assumir um compromisso que lhe custaria a vida. Um compromisso que custa a vida de milhões de jovens, até hoje.

Quem imaginaria que depois de 200 anos, nós, jovens maristas, estaríamos subindo a mesma colina para fazer a nossa promessa?

Quando digo colina, não só aquela de Lyon, na França, mas as colinas de nosso dia-a-dia.

Ora, eram 800 degraus. Certamente não foi uma subida fácil. Porém, muito maior do que o cansaço era a certeza de que a sua vida dependia disso. Muito maior era a vontade de “tornar Jesus Cristo conhecido e amado”. Muito maior era o amor que ele tinha pelas crianças e jovens.

Hoje nós sabemos que a nossa juventude, a juventude marista de Champagnat, continua subindo os mesmos 800 degraus. Sobe quando abre mão de sua própria vida, para doar-se ao outro. Sobe quando indigna-se diante da injustiça, da corrupção, da pobreza, da fome. Sobe quando acorda cedo, dorme tarde, estuda, trabalha, namora. Sobe quando diz: ex-aluno sim, ex-marista, nunca!

A juventude sabe que Champagnat sobe com ela esses 800 degraus da vida cotidiana. E mais, ela sabe que ele traz reforço. Junto com a juventude também sobe Jesus Cristo, que caminhou tanto enquanto viveu aqui na terra, anunciando a Boa Nova do Reino. Junto com a juventude também sobe Maria, nossa Boa Mãe. A jovem que negou a si mesma para que fosse feita a vontade de Deus.

A nossa juventude marista sabe que é penoso subir esses 800 degraus, mas ela continua subindo. O prazer da chegada até a Virgem Negra com certeza será um momento maravilhoso, mas a juventude não deixa de apreciar a vista e a companhia daqueles que os chamam para avançar. Afinal, não se trata de chegar, mas de partir!

jun 15
Ecos da Jornada I – Ana Luiza Leite da Silva

Ecos da Jornada I – Ana Luiza Leite da Silva

Postado por PJM em Experiência Formativa, Marista sou, Partilha ,

Salve, salve galera!!

Recuperados da nossa SUPER JORNADA?!?!

Para nos abastecer a memória, porque é também de memórias que nós somos feitos, vamos trazer pra vocês alguns depoimentos dos jovens que participaram da jornada e que foram coletados pela nossa queridíssima Juliana Maria Fontoura, jornalista da Comunicação Institucional.

O depoimento de hoje é o da Ana Luiza Leite da Silva, aluna do Colégio Marista Pio XII, de Ponta Grossa/PR:

“Eu gostei muito da Jornada, pois pude encontrar jovens de outras unidades maristas e trocar experiências. Deu pra colocar em prática as coisas que aprendemos em outros eventos menores da PJM. Aqui nós entendemos o verdadeiro significado de ser fruto de uma promessa que Marcelino fez, mas que de certa forma, nós também fazemos todos os dias em nossa unidade. Na minha vida eu tento ser como Champagnat e seguir os seus passos”.

Durante essa semana ainda teremos mais dois depoimentos para ajudar a gente a matar um pouquinho da saudade que dá, porque a nossa jornada foi realmente MÁGICA!

 

Por Laura Ferraz