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ago 8
MÊS VOCACIONAL | RELATO DE UM MISSIONÁRIO

MÊS VOCACIONAL | RELATO DE UM MISSIONÁRIO

Postado por PJM em Partilha

E aí pessoal!

Tudo certo??

Hoje queremos compartilhar com vocês o relato do Matheus Alessandro Silva, que está em missão em Melbourne, na Austrália.

Nada mais e como antes. Estou vivendo do outro lado do mundo, morando em uma linda cidade, trabalhando com jovens, desenvolvendo projetos para a formação na pastoral, com encontros, reuniões, festivais. Tenho ótimos amigos morando na mesma casa, que me ajudam e me inserem cada vez mais em suas vidas, sua cultura e me fazem crescer como pessoa.
Ok, esse e o resultado de um mês morando aqui, mas não quer dizer que foi fácil e lindo desde o começo. A primeira semana é boa porque você esta cansado da viagem, o fuso horário ainda pesa e você esta maravilhado com a cidade, com a vida aqui e conhecendo pessoas novas.

A segunda semana começa a pesar a saudade e a ficha cai, fazendo você refletir o seu propósito, seus motivos para estar longe de casa e da sua zona de conforto.

A terceira semana permanece quase igual a segunda, mas com uma maior aceitação de tudo o que esta acontecendo ao seu redor. A partir daí, tudo passa a ser mais simples, você se sente mais confiante e as coisas fluem mais naturalmente.
Cheguei aqui dia 6 de junho. Destino? Coincidência? Conspiração? Pode ser, mas eu prefiro acreditar que foi “culpa” de quem comprou a passagem (mandaram bem demais kkkk). Para quem não sabe ou não lembra, dia 6 de junho e dia de São Marcelino Champagnat, e se isso não e uma ótima inspiração para começar uma experiencia de voluntariado, eu não sei o que é.

Enfim, cheguei nesse dia e já tivemos uma festa de recepção…(brincadeira). Era uma festinha para o responsável por toda essa vida Marista que tanto ouvimos falar. Conheci pessoas maravilhosas, que estariam comigo a todo momento, algumas de vez em quando, mas que sempre que nos vemos, o tratamento é o melhor possível. E quando vi, já estava ajudando a preparar o Bread Run, embalando pães, para famílias que necessitam.
E assim a semana foi seguindo, um dia após o outro, aprendendo a viver, conhecendo a área da minha casa e aprendendo a usar o transporte publico. Conhecendo a cidade, pontos turísticos, tudo o que um turista deve fazer. Afinal, eu também sou um turista aqui e nada melhor do que conhecer o país que se vive, antes de realmente começar a viver nele. Falo isso, meio triste por não conhecer tão bem meu próprio pais.

Os dias foram passando, conheci meu local de trabalho, que não e muito longe de casa e comecei a ter contato com as pessoas que trabalho. É um tanto quanto diferente do Brasil. Não disse que é ruim, só disse que é diferente! É bom, da mesma maneira, com as mesmas responsabilidades, profissionalismo e paixão pelo trabalho. A principio, meus dias se resumiram a escrever meu blog, ajudar em tudo o que fosse preciso para a realização do MYF (vou explicar mais pra baixo, o que e ), e me habituar a cidade.

Chegou o tão esperado momento. Marist Youth Festival chegou e trouxe consigo, todos os desafios de um grande evento como esse. Uma semana antes de começar, cheguei em Sidney, e é claro que não ia perder a oportunidade de passear e conhecer a cidade. Mas o foco não e esse (kkk). A semana foi repleta de trabalho, suor, correria e com certeza, muita alegria.

Novamente, ajudei em tudo o que me pediam e tentei deixar minha marca nesse evento, sempre presente. E posso dizer que eles deram um show de preparação, organização e sintonia. Que grupo incrível. Todos buscando um só objetivo, que era fazer aquelas centenas de pessoas que chegariam, sentir a presença de Deus e acordar para isso. Não acordar para a vida, como se fossem simplesmente jovens esperando alguém avisar que era hora de acordar, mas despertarem para esse desejo de buscar o diferente, o desafio, buscar ajudar quem precisa e buscar encontrar quem precisa dessa ajuda. Às vezes, em nosso dia a dia, passam despercebidos, quase invisíveis, por culpa dessa sociedade que os torna assim, e o objetivo desse evento foi realmente, ampliar a visão, despertar o nosso olhar para todas as pessoas, sem distinção.
A vida pós-festival e um pouco diferente. Acredito que eu não estou sentindo tanto essa diferença porque participei bem menos do que todos os outros que trabalharam duro para acontecer da melhor forma. Mas a melhor parte é que eu também sinto um incomodo, assim como alguns jovens estão sentindo. E não é só o fato da saudade de estarmos todos reunidos, de poder fazer amizade, de participar de momentos inesquecíveis, mas também por sentir que eu preciso fazer mais, preciso buscar ajudar mais pessoas, olhar além e buscar expandir meu voluntariado a todas as pessoas que eu puder.
“Voluntariado não é apenas sobre o trabalho. É sobre a experiencia de estar desconfortável em um lugar diferente, fazendo o que for preciso.” Quem me disse isso, estava mais perto do que eu imaginava, mesmo estando longe. E depois de ouvir isso, eu percebi que sim, de fato, eu sou um voluntário e farei o impossível para representar e realizar o sonho daquele menino, de poder “viajar o mundo ajudando e aprendendo com as pessoas”. E como já disse lá em cima, claramente não voltarei o mesmo, mas não to preocupado em voltar não, viu?! To pensando em viver todos os dias aqui como se já fossem meus últimos aqui e fosse voltar amanhã.

O tempo voa, os dias também, e quando você menos espera, passou, e aí, você viveu? Ta feliz com o resultado? Fez tudo o que queria, deveria ou poderia? O universo não responde ao que você quer, mas ao que você esta sendo. Você esta sendo o que você quer?

abr 11
TEATRO DA PAIXÃO DE CRISTO | COLÉGIO PARANAENSE

TEATRO DA PAIXÃO DE CRISTO | COLÉGIO PARANAENSE

Postado por PJM em Partilha

Na última sexta-feira, dia 07, a família Marista Paranaense celebrou a Vida, Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus com o Teatro “Paixão de Cristo”.

Foram 70 jovens que realizaram a peça, com o tema “O olhar de Maria na Paixão de Jesus”.

Pelo olhar dos jovens podemos ver o Cristo que morreu, mas ressuscitou e vem anunciar a Boa Nova.

 

Parabéns a todos os/as jovens que se dedicaram neste projeto!

abr 10
COMISSÃO LOCAL DE JUVENTUDES É ELEITA POR JOVENS NO CEM SÃO JOSÉ

COMISSÃO LOCAL DE JUVENTUDES É ELEITA POR JOVENS NO CEM SÃO JOSÉ

Postado por PJM em Partilha

Educandos participantes da Pastoral Juvenil Marista do Centro Educacional Marista São José, reuniram-se na última segunda-feira (03), para à Assembleia da PJM. O objetivo do encontro foi promover um espaço de reflexão sobre as atribuições da Comissão Local de Juventudes, e ao final, realizar a eleição da nova Comissão 2017 – 2019.

As Comissões de Juventudes são formadas por jovens que têm, como principal desejo, contribuir com a ação evangelizadora Marista na missão pastoral nas dimensões eclesiais, sociais, políticas, culturais e institucionais. Dessa forma, seus membros representam, nesse âmbito pastoral, os diferentes grupos juvenis das Unidades Maristas.

O Marista São José acredita que a Comissão Local de Juventudes deve ser consultiva, colaborativa, propositiva e representativa, atuando nos níveis local e Provincial, seguindo as orientações do livro “Comissões de Juventudes”.

Grupos dos 9ª anos ao Laicato Jovem escolheram seus delegados que os representaram na eleição direta. Tiveram direito ao voto todos os participantes da PJM dos 5º anos até o Laicato Jovem.

Foram eleitos os seguintes representantes; Beatriz de Oliveira Rita 9º ano, Paloma Varela e  Leonardo de Oliveira educandos do 1º ano do Ensino Médio, Miriã Bosquetti do 2º ano do EM, Jessica Rosa e Kézia Schmitt do 3º ano do Ensino Médio e Pamela Senem Fornari do Laicato Jovem.

Por Igor Santos da Silveira

abr 7
SER MARISTA | SÃO BENTO DO SUL

SER MARISTA | SÃO BENTO DO SUL

Postado por PJM em Partilha , ,

Salve, galera!

 

Na última sexta-feira de março, o Setor de Pastoral fez uma visita na Escola de Educação Básica de São Bento do Sul/SC, para conhecer mais sobre a realidade local.

Que inspirador!! É uma escola que inspira e expira Marista.

Todos os alunos são muito acolhedores, bem como as professoras.

Em todas as salas que a equipe entrou, os alunos manifestavam sua grande alegria em ser marista e o amor pela missão de Champagnat.

 

Os jovens da PJM também preparam um texto muito bonito sobre o Ser Marista!

É um lugar apaixonante.

Que a nossa Boa Mãe ilumine a vida de todos e todas que constroem com tanta alegria o sonho de Marcelino.

mar 17
RELATO DE UMA MISSIONÁRIA

RELATO DE UMA MISSIONÁRIA

Postado por PJM em Desafio, Marista sou, Partilha ,

Salve, galera!

Hoje quero compartilhar com vocês a experiência que estou vivendo como voluntária.

Estou fazendo meu Voluntariado em um projeto Marista chamado Three2six, em Johannesburgo, África do Sul. Projeto que atende crianças refugiadas que não tem acesso a educação pública do país. Isso porque, muitos estão irregulares e não tem nem os documentos básicos, como certidão de nascimento. Aqui, não atuamos como uma escola regular. O projeto é uma ponte para que essas crianças consigam acesso a rede pública.

Eu faço um pouco de tudo. Auxilio no escritório, faço atividades recreativas com as crianças, e auxilio as que têm dificuldades no aprendizado. Estar em um projeto que tem como objetivo auxiliar aqueles que mais precisam, me faz muito feliz e me faz acreditar que este projeto estava nos sonhos de Champagnat. Essas crianças, por mais que passem dificuldades, estão sempre com um sorriso no rosto, falando uma palavra de carinho para nós.

Não vivo em comunidade de irmãos, mas sim com outros voluntários. Estou dividindo a casa agora com duas voluntarias da Alemanha, uma delas é Marista. E durante o ano outros voluntários virão dos Estados Unidos, Austrália e Portugal. E é muito bom ter esse contado com diversas línguas, e culturas. Cada dia é um novo aprendizado, e tenho que admitir que é bem diferente do que viver com nossos pais.

Não é muito fácil ficar longe da família e amigos. Muitas vezes me sinto sozinha, com vontade de ver meus amigos e conversar por horas e horas. E aí vem a nossa preparação para esse momento, e a vivência da espiritualidade. Eu escolhi estar aqui por inteiro, e rezo sempre para que a boa mãe interceda por mim, para que eu possa realmente colaborar para a obra Marista.

Por Ellene Carla Baettker

jul 15
ENTREVISTA COM FERNANDO ANITELLI | OTM

ENTREVISTA COM FERNANDO ANITELLI | OTM

Postado por PJM em (in)formação, Partilha

Salve, salve galera!

Para encerrar bem a nossa semana, queremos partilhar com vocês a entrevista que a nossa querida Juliana Maria Fontoura fez com o vocalista da banda O Teatro Mágico, Fernando Anitelli, que abrilhantou nossa III Jornada Provincial Marista das Juventudes.

ENTREVISTA | FERNANDO ANITELLI | O TEATRO MÁGICO

            A Jornada Provincial Marista de Juventudes, atividade com 600 jovens do Grupo Marista, que ocorreu entre os dias 11 e 12 de junho de 2016, contou com a apresentação da banda O Teatro Mágico. A equipe de Comunicação Institucional do Grupo Marista entrevistou o líder do grupo, Fernando Anitelli. O bate papo abordou temas como protagonismo, juventudes, a trajetória da banda, a estética de performance e outros assuntos. Ao final, o vocalista deixou uma mensagem aos jovens Maristas. Boa leitura!

  1. O Teatro Mágico se consolidou como um grupo que possui grande aceitação do público jovem e uma facilidade enorme para se comunicar com este público. Como vocês conseguem esta aproximação?

Eu acho bem interessante esta aproximação com o público jovem. Desde o início do O Teatro Mágico a gente nunca pensou em atingir determinado nicho de mercado. A gente escolheu músicas que eu já tinha feito há anos, que eram mais doces, mais lúdicas. Com o passar do tempo, fomos transformando as temáticas, o conceito do álbum, as cores, os grooves, os timbres. A ideia era sempre fazer de cada álbum uma peça de teatro. A gente sentiu que num primeiro momento houve uma aceitação muito grande dos jovens. Depois, nós começamos a perceber que o nosso público começou a ficar bem mais diversificado, de várias idades. Os adolescentes começaram a levar o pai e a mãe nos shows. No segundo álbum nós começamos a incluir músicas como a Channel N. 5 e Cidadão de Papelão que traz críticas sociais. Neste momento surge o primeiro coro dizendo: “perderam a essência”. Cada álbum que a gente lança, recebemos estas críticas. A gente vai modificando e naturalmente o público também se modifica. Nós, do O Teatro Mágico, sempre pensamos nos assuntos que queremos abordar e não no público que queremos atingir.

  1. O conceito artístico do Teatro Mágico e a estética própria e original reunindo música com artes performáticas demonstram ousadia e inovação no trabalho de vocês. Comente um pouco a respeito desta “atitude artística”. Como ela pode ser vivida pelos jovens de hoje, em outros contextos da vida?

O que O Teatro Mágico faz não é novidade. Não temos nada de novo no figurino, na maquiagem, na nossa música. Desde a Grécia antiga as pessoas já usavam máscaras para fazer dançar. O Brasil é um país cheio de música, o carnaval nas ruas evidencia isso. Dentro do universo da música pop do ano 2000 não existe dentro do cenário brasileiro uma banda que se pinta toda de palhaço, que mistura essa pluralidade de artes e que fala que a música tem que ser livre e disponibiliza todo o material para as pessoas acessarem, de maneira democrática. Acho que é esse combo, a junção de tudo isso, que leva O Teatro Mágico pra esse lugar especial. A gente trabalha com as coisas mais simples. A gente está pegando o que é importante falar, fazendo pesquisa de timbre, pesquisa de texto, de grupo, reunindo pessoas que fazem performance. A gente vai reunindo essas coisas e dando o tom de cada álbum, de cada espetáculo. Tem uma parte de um texto de Mia Couto que conta a história de uma criança que os pais não deixavam ir até um limite de sua aldeia. A criança tinha medo de se aproximar de lá. Até que um dia ele distraído, conversando com uma menina, ultrapassa aquele limite. Ele se percebe feliz por ter feito aquilo. O Teatro Mágico é isso também. Nós vencemos os nossos medos e experimentamos; sem receio de ousar. Este espírito é o que pode inspirar a juventude. É esse lugar da ousadia, da coragem, de experimentar sem medo. Tem uma outra coisa. Quando você é um personagem, pode ser qualquer pessoa que está te assistindo. A pessoa que está na plateia pode se colocar no lugar do personagem; pode se identificar. O palhaço é um ser que não tem tribo. Ele entra no presídio, entra no hospital, na escola, na igreja, no semáforo. O palhaço é uma outra entidade; ele aproxima as pessoas. O Teatro Mágico, tendo este personagem, acaba chegando perto de todo mundo e todo mundo pode ser a gente.

  1. Comente um pouco sobre a trajetória musical da banda.

A nossa constante é a mutação. Isso fica bem evidente em algumas canções. Nós trabalhamos com diversas temáticas. Uma delas é a crítica social que, muitas vezes, aparece de maneira leve. Na música “Zazulejo”, por exemplo, tem um trecho que é bem assim: “Mas quando alguém te disser ta errado ou errada | Que não vai S na cebola e não vai S em feliz | Que o X pode ter som de Z e o CH pode ter som de X | Acredito que errado é aquele que fala correto e não vive o que diz”. Primeiro nós fazemos a pessoa rir e depois ela percebe que o recado é pra ela! A gente vai colocando junto com a crítica, a sutileza, o jogo de palavra, a poesia, uma textura diferente, os músicos.  A gente compreendeu que a maneira de se comunicar com o nosso público exige cada vez mais responsabilidade. Quando você lança o primeiro álbum, não deve nada a ninguém. No segundo, o público quer ver se você veio pra valer mesmo. No terceiro álbum a pressão é pra mudar, para não virar “cover de si mesmo”. O quarto álbum nós fizemos ao vivo, que era o “Recombinando Atos”. Depois da trilogia, dos três álbuns de estúdio e o quarto álbum ao vivo, resolvemos gravar um álbum que fosse o grão; o “começar de novo”. Foi justamente o momento em que o meu irmão mais velho vai morar com o papai do céu. Foi pra ele que eu fiz a música “Anjo mais velho” anos antes, num dia em que ele foi viajar e senti falta dele. Depois ele voltou, trabalhou com a gente um tempo, até que de repente vem o “bichinho do câncer” e leva ele embora. Aquilo deixou a minha família e todo mundo pra baixo. Aí eu pensei: vamos fazer um álbum todo branco? Eu gostava da ideia de que o branco é a junção de todas as cores, mas também é a ausência de cor. Todos os nossos trabalhos eram bem coloridos. Aquele poderia ser branco. Mas disco branco os Beatles já fizeram. Aí nós pensamos: Vamos fazer um álbum todo preto? Mas álbum preto, o Metálica já fez. Decidimos então fazer um álbum preto e branco! Foi assim que saiu o “grão do corpo”, que é um álbum muito introspectivo. É um álbum que vem lá de dentro. Eu acho que é um material pra cima, positivo, construtivo. É nesse álbum que a gente canta: “a vida anuncia que renuncia a morte”. É neste álbum que tem: “Quando há ferrugem no meu coração de lata é quando a fé ruge e o meu coração dilata”. Nesse álbum tem um monte de música que é pra cima, mas há na minha voz, no acorde, no timbre, uma melancolia. Depois da turnê com o grão do corpo, nós começamos a fazer umas versões das músicas do Clube da Esquina, começamos a fazer outras misturas e assim resolvemos gravar o álbum mais recente. E qual seria este conceito? Nós vamos falar das mazelas, mas precisamos fluir mais, a palavra tem que vir mais doce. Precisávamos tirar a densidade do “grão do corpo” e trazer uma nova paleta de cores, algo que seja propositivo, construtivo, ainda mais num momento em que o país está babando ódio e violência em tudo, em todas as relações. Esta luta que está acontecendo no país precisa ser pedagógica. Todo mundo tem que aprender com isso. A gente tem que sair dessa de uma maneira mais qualificada. O grito ancestral do circo é o “allehop”, que significa “vambora!” Neste álbum é esta ideia “pra cima” que queremos passar. O espírito é dizer que precisamos ir em frente. Lançamos uma primeira música com um clipe onde abordamos o empoderamento da mulher. A mensagem é “deixa ser, deixa a roda girar”, na alegria e na tristeza.

  1. “Deixa ser, deixa nascer, deixa a roda girar”. Na sua opinião, o que hoje precisamos necessariamente deixar ser, nascer e acontecer?

Esta frase significa deixar fluir, deixar as coisas acontecerem. Às vezes a gente entra numa estrada de pudores, moralismos, que vai aprisionando. O Deus que eu acredito andava com as prostitutas, andava com um monte de pescador que não sabia nem falar direito. Cristo falava palavrão. Ele dizia “essa raça de víboras”. Ele pra mim é um cara muito cheio de humor. Um cara que inventa um tiranossauro rex, com um bracinho pequeno e que nem consegue coçar as coisas, só pode ser um cara legal e bem humorado. Na Bíblia tem a história de Abraão, que vai no alto da montanha levando o seu filho para o sacrifício para provar a sua devoção. Aí Deus diz: “Abraão, fica susse! É brincadeira! Era só pra ver se você acreditava em mim” (risos). Deus era um cara muito cheio de graça. É nesse Deus que eu acredito. O Deus do deixa ser, deixa nascer tem a ver com isso. Tem a proposição de deixar as coisas acontecerem, as coisas seguirem o seu rumo natural. Tem a ideia de deixar as relações mais leves, mais humanas.

  1. O engajamento social também é uma das marcas características da banda. Dentre tantas iniciativas, como as letras politizadas e críticas, existe a MPB (música pra baixar), com a disponibilidade gratuita de todas as canções na Internet. De que maneira você acredita que essa juventude pode ser protagonista ao ponto de “não se acomodar com o que incomoda” para “anunciar a vida que renuncia a morte”?

O primeiro passo é o jovem se enxergar; olhar no espelho e ver o que ele é, o contexto em que ele está, quem são as pessoas que estão ao lado dele, encontrar pessoas que estão buscando as mesmas coisas que ele. É preciso fazer as coisas com responsabilidade; não deixar o ego passar por cima de um trabalho ou projeto; nunca entrar no lance do preconceito. Se a gente olhar pras coisas de maneira plural isso pode despertar inspiração e coerência. Todos nós somos protagonistas de antemão. Você pode ser um protagonista ativo ou passivo. Você pode estar no palco, dando a cara pra bater ou você pode estar nos bastidores, fazendo a coisa acontecer também. A grande ideia é “protagonize-se”. Nunca fique fora de contexto. Como dizem os malandros: camarão que dorme, a onda leva. A gente tem que se contextualizar, saber o que dizer e se envolver com as coisas, na arte, na sala de aula. Sempre questione seus professores, duvide de seus líderes. É este atrito que traz fogo! O mundo surgiu de uma explosão. Eu gosto da frase “ser é ousar ser”, do Hermann Hesse, autor do livro “O lobo da estepe”. Dentro deste livro tem uma passagem onde o personagem se encontra com os personagens que o habitam num teatro mágico. Esse livro me inspirou muito! Então é isso, eu digo que a juventude deve se envolver, fazer saraus, teatro, música, arte. Ser protagonista não é para o outro; é ser para você mesmo.

  1. Nas redes sociais nós conseguimos perceber uma interação permanente com o público, sobretudo com os jovens. Na música Amanhecerá, há um trecho que diz: “o post é voz que vos libertará”. Como o jovem pode utilizar-se desse espaço para a libertação e transformação pessoal e social?

É só não achar que a Internet é só pra mandar nudes; é só pra fazer joguinho e fofoca. Essa é a parte rasa. A Internet é uma biblioteca virtual gigante. Tem de tudo ali: vídeo, texto, foto, música, clipe, livro. Você pode ir pro caminho do mal ou caminho do bem. Pode se informar, se inteirar das coisas, amadurecer. Ela está ali e cabe a você decidir o que fazer com ela. A Internet é como o açúcar ou o sal. Tem que saber dosar.

  1. Para finalizar, você pode deixar uma mensagem inspiradora para esses jovens que participaram da Jornada Provincial Marista?

 

Eu diria pra esse pessoal: todo mundo diz que é preciso tolerar as coisas. Eu acho que nós não temos que tolerar nada. Tolerar é algo que traz no subtexto: você me incomoda e eu estou aqui tolerando você. Nós temos que coexistir! Nós temos que aprender a coexistir com as pessoas, respeitando, amando.. e não o amor raso! Temos que ir atrás do amor que faz revolução; respeitando todas as paletas de cores que compõem o universo, com todos os gêneros, possibilidades e diversidade.

Por Juliana Maria Fontoura

 

jun 21
Depoimentos | III Jornada Provincial Marista das Juventudes

Depoimentos | III Jornada Provincial Marista das Juventudes

Postado por PJM em Experiência Formativa, Partilha

Salve, salve galera!

 

Hoje queremos partilhar com vocês um pouco sobre as impressões dos facilitadores dos workshops feitos na jornada.

 

“PRA VOCÊ, COMO FOI APLICAR A OFICINA/WORKSHOP?”

Jucie Parreira: (ARCO E FLECHA)

Foi bem interessante no sentido de que a gente pode proporcionar aos alunos não somente um contato com a diversidade cultural que temos no Brasil. Quando a gente começa a pensar na questão de arco e flecha, a variedade que a gente tem, mas, é principalmente a ideia do trabalho do foco e a ideia do preparo do próprio material, a ajuda que eles tiveram que fazer. Porque a gente começou primeiro com um grupo fazendo o treino da atividade e esse grupo  multiplicou: tem que trocar material, tem que ajudar o colega, tem que pensar essa forma, porque a forma final é decisiva para acertar o alvo ou para conseguir ter velocidade, isso é fundamental, isso exige planejamento. O fato da gente conseguir dialogar com eles sobre isso foi fundamental para a oficina.

Abel Domingues – Projeto cabeça de Coco: (BONECOS)

A experiência é simplesmente indescritível, o prazer de estar aqui, o privilegio de compartilhar essa comemoração do bicentenário dessa missão, desse proposito marista com a juventude é um prazer inenarrável. É uma satisfação, um prazer e espero ter o privilegio de participar muitos outros anos com vocês.

Michele Bravos – Jornalista: (FOTOGRAFIA)

Gostei bastante de poder compartilhar um pouco da minha experiência com a fotografia com os alunos, principalmente porque a gente focou na ideia da fotografia com celular, então eu acredito que a fotografia esta além do instrumento que a gente usa, ela é muito mais que isso. Espero ter contribuído de fato com os alunos. Eles se interessaram, porque eu vi alguns já fazendo a foto, e a gente propôs um exercício que eles pudessem fotografar durante o evento com alguns temas em mente e a ideia e que isso possa gerar um álbum com os olhares deles. Essa expressão deles, de como eles têm entendido o evento e vendo além do obvio. Pra mim foi muito gratificante partilhar e espero que as fotos retratem o trabalho dos alunos.

Felipe Gabriel Motin – Pastoralista da PUCPR (MÚSICA)

Pra mim foi uma experiência muito interessante e importante, poder ver os jovens empoderados por meio da música, ver a música tomando uma proporção enorme dentro do coração deles. Vendo que eles têm uma visão crítica da realidade e da sociedade em que eles vivem e que eles conseguiram colocar isso por meio da música, foi fantástico. Então, eu fico muito grato por essa oportunidade e por estar fazendo parte dessa equipe e dessa jornada. Rumo a mais 200 anos de muita diferença, de transformação social que a gente está buscando.

João Leno Venuka –  (FILTRO DOS SONHOS).

Foi bem gratificante, pela questão do filtro dos sonhos. É um tema bem importante trabalhar sonhos, a gente abordou a questão dos sonhos, aqueles que a gente sonha dormindo ou acordado e ver a diferença de cada jovem ao tecer essa teia dos sonhos. Alguns com um pouco mais de dificuldades e outros não. Na hora de fazer o filtro dos sonhos alguns desistindo e outras pessoas do lado tentando ajudar pra não desistir, mas no geral todos conseguiram fazer o filtro dos sonhos e foi bem bacana, todos gostaram muito.

Annelise Mileo – Educadora Social no Centro Educacional Marista de Curitiba: Teatro

Foi muito divertido, porque é um público jovem, eu também sou jovem, então a gente fala a mesma língua. Eles conseguiam prestar bastante atenção no que eu estava falando. Fazia uma linguagem muito parecida com a deles. Como eu trabalho com teatro a 20 anos praticamente, eu conseguia improvisar alguns exercícios cênicos com eles através da realidade que eles estavam me trazendo. Ao longo da oficina modifiquei o que tinha sido programado, porque percebi que a necessidade deles era outra, mas isso aconteceu porque me senti a vontade. Foi muito legal, adorei.

Rudi Nicola – Projeto Stencil

Primeiro agradecer o convite do grupo, primeira vez que trabalho dentro do Colégio [Marista] Santa Maria, mesmo estando no Grupo Marista, a gente acaba executando trabalhos separadamente. E primeiro trazer o Stencil para o colégio é importante, pois essa é uma experiência que a gente trabalha nos Centros Sociais. Trazer um pouquinho dessa coisa da arte Urbana que muitos dos jovens que a gente trabalha se apropriam. Então é isso, trazer para outros espaços metodologias que a gente usa nos centros sociais, que tem a ver com arte urbana, cultura urbana e que a gente usa para a transformação social de modo geral.

Claudia Pacheco – Empoderamento Feminino

Foi muito melhor do que eu imaginava. Eu tinha pensado em fazer uma parte teórica e uma parte prática e aí começaram com a teoria e acabamos fazendo uma roda de conversa, um grupo de discussão. As meninas participaram super bem, acho que foi um aprendizado para mim e todos que estavam juntos, foi muito bom, a gente discutiu bastante e com certeza vai sair daqui muitas reflexões bacanas.

Por Nathan da Costa

 

 

jun 20
III JORNADA PROVINCIAL MARISTA DAS JUVENTUDES REÚNE 600 JOVENS EM CURITIBA

III JORNADA PROVINCIAL MARISTA DAS JUVENTUDES REÚNE 600 JOVENS EM CURITIBA

Postado por PJM em Experiência Formativa, Partilha

Entre os dias 11 e 12 de junho cerca de 600 jovens de diversas Unidades do Grupo Marista estiveram reunidos em Curitiba, no Colégio Marista Santa Maria, para participar da III Jornada Provincial Marista das Juventudes. O evento foi sonhado, organizado e executado por uma equipe inteiramente jovem, composta por ex-alunos/educandos, colaboradores e Irmãos Maristas, sob o acompanhamento do Setor de Pastoral. A equipe propôs como tema o Bicentenário Marista, e o lema escolhido foi “Quando promessas se tornam propósitos, o mundo se transforma”, remetendo diretamente ao Ano Fourvière, segunda etapa de preparação para a celebração do Bicentenário do Instituto Marista.

O evento iniciou às 9h com um espetáculo de dança e dramatização elaborado por jovens de Jaraguá do Sul, apresentando vários momentos da história de São Marcelino Champagnat. Em seguida, os participantes puderam conferir a presença institucional de representantes do Grupo Marista, dentre eles Everson Caleff Ramos, diretor do Colégio Marista Santa Maria, que deu as boas vindas aos participantes e comentou a respeito da importância de valorizar a tríade Montagne, Fourvière e La Valla na preparação para o Bicentenário. Em seguida, o presidente do Grupo Marista, Ir. Délcio Afonso Balestrin, salientou que os jovens Maristas são os principais responsáveis por levar adiante o sonho de Champagnat e que o nosso fundador deve ser para sempre uma inspiração.

Este momento também contou com a fala da Francine dos Santos Grosso, jovem Marista representante da Comissão Provincial de Juventudes. De acordo com ela, o encontro é o momento propício para a interação entre jovens Maristas das diversas Unidades em torno do objetivo comum de refletir sobre o Bicentenário. “Precisamos lembrar que somos frutos de uma promessa feita por Champagnat em Fourvière e que a continuidade do Instituto depende de nós”, disse.

Logo após a fala da jovem, o Ir. Benê Oliveira (Vice-Provincial) destacou que a ânsia de transformar o mundo, própria da juventude de hoje, também estava presente em Marcelino Champagnat, quando ele fundou o Instituto Marista. O Ir. João Batista, Diretor Institucional do Setor de Pastoral, trouxe algumas frases de Champagnat que, para ele, refletem a essência da Pastoral Juvenil Marista (PJM): “tornar Jesus Cristo conhecido e amado”, “todas as dioceses do mundo estão em nossos planos” e “não posso ver uma criança sem sentir o desejo de fazer-lhe compreender quanto Jesus a amou”. Ele valorizou o trabalho realizado até o momento e comemorou o fato do Grupo Marista proporcionar um evento tão importante feito por jovens e para os jovens.

Ainda na parte da manhã houve uma mesa redonda, que reuniu representantes dos Quatro Ramos da Família Marista. A Irmã Marista, Maria Herosina, contou um pouco sobre a história da sua congregação internacional e comentou que atualmente as irmãs estão no Brasil realizando trabalhos voltados a crianças e jovens, sobretudo os mais empobrecidos. De acordo com ela, a essência do trabalho delas é pensar, julgar, sentir e agir como Maria.Este momento também contou com a presença do Pe. Roberto Medeiros, padre Marista, que resgatou elementos de sua história, também fruto da Promessa de Fourvière. Ele comentou que hoje os padres maristas tem como objetivo ser instrumentos da misericórdia de Deus no mundo. A mensagem que ele deixou aos jovens remete a importância de sonhar: “Não deixe de sonhar e em cada sonho, caia na real naquilo que pode ser um ideal para a própria vida; a partir do ideal, crie um projeto de vida dentro dos valores do evangelho e que contemple o amor ao próximo”. Além disso, parafraseando Antoine de Saint-Exupéry, ele disse aos jovens que: “tu te tornas eternamente responsável pelo M de Marista que carregas em teu nome”.

O Ir. Ivo Strobino representou os Irmãos Maristas na mesa redonda. Ele partilhou curiosidades históricas da Promessa de Fourvière, como o fato de que a escadaria da Colina de Fourvière tinha 800 degraus, e destacou elementos da simbologia desta Promessa, que foi feita publicamente e no alto de uma colina; mais próxima de Deus. Após a fala do Irmão, um jovem marista falou sobre o ramo das Irmãs Missionárias Maristas. Como elas não tem representatividade no Brasil e estão atuando em lugares longínquos do planeta em missão, encaminharam um vídeo institucional, que abordou o trabalho que realizam com indivíduos socialmente vulneráveis. De acordo com a jovem Ana Luiza Leite da Silva, do Colégio Marista Pio XXII, de Ponta Grossa, foi bem interessante assistir à mesa redonda sobre os Quatro Ramos. “A Família Marista é muito maior do que eu imaginava e eu gostei bastante de saber que existem padres, irmãos, irmãs e irmãs missionárias que ajudam muitas crianças e jovens pobres pelo mundo”, disse.

No período da tarde, houve um momento de talk show. Foram convidados alguns profissionais para abordar, sob diversos olhares, a temática do protagonismo e do empoderamento de grupos sociais. A jornalista Michelle Bravos inaugurou o espaço, falando de uma experiência que viveu com refugiados no Oriente Médio. Em seguida, houve a explanação de Cláudia Pacheco, comunicadora social e especialista em direitos humanos.. Ela falou um pouco sobre a ressignificação da identidade feminina com mulheres em situação de vulnerabilidade social (mulheres encarceradas). Por fim, os jovens puderam conferir a fala de Jucie Parreira que, a partir da metáfora da flecha, conseguiu tocar os participantes com a ideia de que o alvo define o tipo de flecha e de que é importante que cada um saiba onde quer chegar.

De acordo com o jovem Austin Christopher, do Colégio Marista Glória, de São Paulo, a discussão sobre protagonismo e transformação social foi muito importante durante a Jornada. “Nós jovens somos responsáveis pelo futuro; pode ser que amanhã um de nós esteja sentado na cadeira de Presidente do país ou de Prefeito de uma metrópole ou até mesmo no comando de uma grande empresa, por isso precisamos refletir sobre estas temáticas”, disse.

Logo em seguida, os participantes tiveram a difícil tarefa de escolher um dos onze workshops relacionados à protagonismo juvenil para participar. Nesse momento, os jovens permaneceram em grupos menores e, sob a orientação de um mediador, puderam trabalhar a temática escolhida. Foram ofertados workshops de diversas modalidades, tais como: ressignificação do feminino; teatro de bonecos; instrumentos recicláveis; expressão teatral; clown; voluntariado; e outros. Para fechar o primeiro dia de evento, à noite, após o jantar e a festa junina que foi animada pela banda “Missão Boa Nova” (composta por de jovens de Maringá), houve uma encenação teatral intitulada “Sal e Luz”, que demonstrou o modo como Marcelino Champagnat fez a Promessa aos pés de Nossa Senhora de Fourvière. Após, ocorreu um momento individual dos jovens se comprometendo com o futuro do Instituto Marista. A última atividade foi a Adoração ao Santíssimo, conduzida pelo Pe. Moisés.

O segundo dia da Jornada

No domingo, o dia começou com a Celebração Eucarística. Nela, os jovens que participarão do Encontro Internacional de Jovens Maristas (EIJM), em Lyon, receberam uma bênção especial e foram enviados em missão, com a responsabilidade de representar todos os jovens da Província. A seguir, realizaram-se duas apresentações culturais.

A primeira delas contou com a participação da cantora mirim Rafa Gomes, ex-participante do último programa The Voice Kids e aluna do Colégio Santa Maria. Na ocasião, os jovens puderam conferir a interpretação da menina para algumas músicas da MPB e fazer diversas perguntas sobre a sua carreira artística.

Em seguida, houve a segunda apresentação cultural. Os jovens contaram com a presença da banda circense “O Teatro Mágico”, que interpretou canções clássicas de seu repertório, misturadas às intervenções sociais proferidas pelo seu vocalista, Fernando Anitelli. “A vingança é boa quando convém; se alguém te ama, ame-o também”, foi uma das inúmeras mensagens deixadas por Anitelli aos jovens Maristas.

A III Jornada Provincial foi de extrema importância para os jovens Maristas. Maria Cecília Reis, Lucca Luigi e Giulia Bonatto, do Colégio Marista Santa Maria, gostaram muito da experiência, pois puderam ter contato com jovens de outras unidades maristas. “Nós percebemos que não estamos sozinhos no trabalho que é feito pela PJM; agora seguimos com mais força para continuar lutando pela transformação da sociedade em um lugar melhor para viver, sempre fazendo o bem ao próximo”, afirmam. Esta é a ideia que permanece com eles neste momento tão importante de celebração do Bicentenário do Instituto Marista e esperança de um “novo começo”.

Por Juliana Maria Fontoura

jun 17
Ecos da Jornada III – Maria Cecília, Lucca e Giulia

Ecos da Jornada III – Maria Cecília, Lucca e Giulia

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Salve, salve!!

Para encerrar nossa semana e também para dar o último ar da graça, teremos mais um depoimento feito pelos jovens que participaram da jornada.

Por fim, não temos o depoimento de um, nem dois, mas sim de três jovens!! Ele foi feito pela Maria Cecília Reis, o Lucca Luigi e a Giulia Bonatto, alunos do Colégio Marista Santa Maria que, grandiosamente, recebeu os 600 jovens no último fim de semana. Vamos ver o que eles dizem:

“Durante a Jornada Provincial tivemos a oportunidade de conviver com muitos jovens de outras unidades e isso enriquece muito a nossa experiência de vida e dá para nós outra dimensão do que é o Grupo Marista. Nós percebemos que não estamos sozinhos no trabalho que é feito pela PJM. Nós fechamos o evento com mais força para continuar lutando pela transformação da sociedade em um lugar melhor para viver, sempre fazendo o bem ao próximo”.

É moçada, parece que foi ontem que a equipe de organização estava se reunindo para começar a pensar a jornada e, vejam só, já faz uma semana que ela passou.

Ficam as saudades, as lembranças, as amizades e a certeza de que nós, jovens Maristas, somos fruto da promessa feita por Marcelino Champagnat.

Bom fim de semana pra vocês!!

jun 16
Ecos da Jornada II – Austin Christopher

Ecos da Jornada II – Austin Christopher

Postado por PJM em Experiência Formativa, Partilha

Salve, salve galera!!

Continuando aí a nossa semana da saudade, vamos partilhar mais um depoimento da jornada.

Hoje nós temos o depoimento do Austin Christopher, aluno do Colégio Marista Glória, de São Paulo/PR.

“Eu acho muito importante estar em espaços como a III Jornada Provincial discutindo assuntos como o protagonismo e transformação social. Nós jovens somos responsáveis pelo futuro. Pode ser que amanhã um de nós esteja sentado na cadeira de Presidente do país ou de Prefeito de uma metrópole ou até mesmo no comando de uma grande empresa. Eu tenho muito orgulho de ser Marista e ser fruto de uma promessa feita por Champagnat e que vai permanecer comigo para sempre. Na PJM eu aprendi a ser um bom líder, treinar a escuta ativa e fazer o bem. Acho que é um grande começo para transformar o mundo”.  

Nós todos aprendemos muito nessa jornada. As metas que estabelecemos são essenciais para saber quais caminhos devemos trilhar.