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fev 3
Viver é Partilhar! Por Lucas Eidi Funaki

Viver é Partilhar! Por Lucas Eidi Funaki

Postado por PJM em Sem categoria

A grande resposta esperada

Da pergunta que nunca quis dizer

Me trai pela angústia de não poder

Pela culpa de nunca quis ter.

 

Inúmeras questões em aberto

Esperando para criar um caminho

Que sonhado por tanto tempo

Guia a alma mesmo perdida.

 

Inquieto pela alma que não sente

A falta que tentei preencher só

Impedindo a vida de criar

Um sentido dentro do sonhar.

 

Imaginando o tempo a fluir

Com a resposta perdida

Da questão mal resolvida

Do sentir e do amar

No coração que tenta falar.

jan 23
Diário de Bordo – 7° dia – MSM 2016 São Paulo

Diário de Bordo – 7° dia – MSM 2016 São Paulo

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E a Missão Solidária Marista de Itaquera está chegando ao fim… Em meio a partilha de vivências, sonhos e crenças, amanhecemos o sábado refletindo nossa caminhada nessa semana, pensando em como podemos continuar missionários e missionárias em nossas famílias e realidades locais. A missão não acabou, continua diariamente, em cada despertar, cada encontro e cada despedida…

 

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“À vocês Maristas, o nosso muito obrigado pela presença em nosso meio. Roguemos a Deus pela vida de cada um, pelos seus familiares, pelos seus sonhos, seus projetos, que Deus os abençoe sempre com a Luz do Espírito Santo. Que vocês continuem cristãos missionários, e com certeza, sementes plantadas fecundarão, principalmente para os jovens que ainda não se despertarem. Tenham um bom retorno pra seus lares, na certeza que a saudade ficará! Grande abraço!” (Irene, Gilda e Olívia – Comunidade Sagrada Família da Paróquia Cristo Ressuscitado).

 

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“Vou navegar, nas águas deste mar. Navegar… eu quero me encontrar. Navegar… não posso mais fugir… Vou procurar, nas águas mais profundas, No mar… feliz eu vou seguir. Só amar, buscar o meu lugar, Sem dúvidas, sem medo de sonhar!”

 

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“E pintamos, restauramos, sorrimos, choramos, nos indignamos, lutamos, até mesmo colocamos a mão na massa. Conhecemos, partilhamos, abraçamos, vivemos, sorrimos, sobrevivemos, convivemos, até mesmo dançamos. Ah se meu coração falasse, o que meus olhos viram. Se meu minha respiração trancada falasse, o que num clique fotográfico eu captei. Há se tudo o que eu vi fosse mudado por completo. Parafraseando Tom Jobim “A se eles soubessem que quando eles passam o mundo inteirinho se enche de graça”. Talvez não o mundo todo, mas com certeza Itaquera se encheu de alegria e entusiasmo, unimos forças e “missionamos” por aqui. Mas agora a Missão Solidária Marista chega ao fim em seu projeto, mas inicia em cada um daqueles que se propuseram a mudar a sua realidade. Vão na fé, vão do jeito que der, mas vão! Não se esqueçam, que o mundo precisa de vocês…” (Nathan da Costa – Fotógrafo da MSM de SP)

 

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Para encerrar a manhã, celebramos a acolhida em nossa Casa Comum em uma celebração ecumênica junto às famílias acolhedoras que, junto de nós, almoçaram e puderam se despedir de seus filhos e filhas…

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jan 23
Diário de Bordo – 6°dia – MSM 2016 Caçador

Diário de Bordo – 6°dia – MSM 2016 Caçador

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“De fato, os que mais desfrutam da vida são os que deixam a segurança da margem e se apaixonam pela missão de comunicar vida aos demais. A vida amadurece à medida que é entregue para gerar vida aos outros” (Papa Francisco. EV 10)

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“A missão, pra mim, está sendo uma experiência maravilhosa! Eu estou realmente me surpreendendo. Desde o primeiro dia eu já senti que apesar de estarmos em uma comunidade que vive uma realidade totalmente diferente da nossa, eles são extremamente acolhedores, carinhosos, educados, amigos, enfim… A minha família é ótima, sempre me perguntando se está tudo bem, se eu não estou com fome, como foi meu dia, sempre se preocupando comigo, e eu já adorei eles desde o início, é como se eu fizesse parte da família mesmo. Em relação às atividades, eu sinto que estou superando meus desafios e crescendo com o passar dos dias. Eu amei fazer as visitas missionárias, as pessoas te acolhem e te fazem sentir como algo muito importante pra eles, e é o que torna cada uma especial. E eu me surpreendi com o gesto concreto, estou adorando, desde o começo até agora está tudo incrível, a gente se sente cansado durante a obra e pensa em parar, mas quando vc pensa que está fazendo algo bom pra comunidade e que vc vai até mudar algumas vidas, isso te dá uma força pra continuar e deixar tudo impecável, é um sentimento muito bom. E eu espero que continue assim, me superando e surpreendendo dia após dia, afinal, é o só o primeiro de muitos missões que estão por vir e cada um vai me marcar de uma maneira totalmente diferente” (Laissa Belini – Colégio Marista São Francisco)
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O dia foi gratificante, o gesto concreto sendo encerrado e o sentimento do dever cumprido. Aconteceu também a rua do lazer juntamente com o SESC que atraiu várias crianças e a comunidade local foi envolvida em mais uma ação da Missão Solidária Marista.
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jan 22
Diário de Bordo – 6º dia – MSM 2016 São Paulo

Diário de Bordo – 6º dia – MSM 2016 São Paulo

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A missão está quase chegando ao fim… No dia de hoje tivemos a experiência de concluir as atividades realizadas durante toda semana, em grupos formados por adesão dos missionários e missionárias. Fora uma manhã de convivência intensa com a comunidade através das visitas missionárias, das oficinas com crianças e da finalização do Gesto Concreto. A Praça dos amigos, no início da tarde, através de uma singela celebração, pode ser finalmente inaugurada e entregue para uso intenso da comunidade. Para encerrar o dia, um Sarau Cultural, onde os jovens puderam mostrar seus talentos, celebrar a vida e partilhar sonhos, histórias e esperança.

 

 

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“Foram quatro dias de porta em porta, conhecendo e adentrando na vida dos/das moradores/as da Vila da Paz, Vila Corberi e Vila Goiti. Foi bonito de ver a ansiedade dos/das jovens, junto com o medo de um não e uma porta na cara. Provoquei eles e elas todos os dias para apurar o olhar para os desafios e as potencialidades do bairro. A provocação surtiu efeito em debates maduros sobre a políticas públicas. Os/as jovens deram muito de si nas visitas, mas ganharam muito mais. Foram trocas de olhares, partilhas de vida, bolachas com café e postas na cara. Terminamos as visitas entendendo que não é só isso, a comunidade precisa de muito mais. Os/as Itaquerences, rezam muito, trabalham muito e lutam demais!” (Lucas De Francesco – Equipe Visitas Missionárias).

 

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“Brilho no olhar… Essa frase é bem significativa quando você chega à um parque e tem crianças te esperando com sede de se divertir, de receber carinho, de serem enxergadas. Ou então quando elas te lançam um desafio e ele é cumprido. Brilho no olhar é o que define as oficinas com as crianças no MSM 2016, em Itaquera” (Bárbara Helen – Equipe das Oficinas com Crianças).

 

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“Eu achei a missão bem legal porque aprendi muitas coisas novas, conheci muitos amigos como o Caíque, o Vítor, o Pedro, etc… Essa semana foi bem intensa, eu participei das visitas, oficinas com as crianças, gesto concreto e pude conhecer a história de crianças e famílias e, sempre quando a gente voltava, reuníamos todo mundo para fazer a partilha numa roda grande onde todos contavam como foi o seu dia. E, essa semana, marcou muito pra mim, por ter feito coisas legais e coisas bem loucas com meus amigos e meu grupo Tchêpangnat que era bem animado, com mais ou menos 10 pessoas, que são bem legais e difíceis de esquecer. A minha palavra está aqui: Muito obrigado por essa semana!” (Nathan F. Parente – 11 anos, adolescente da comunidade que participou da MSM de SP).

 

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“Começamos com uma praça cinza, sem vida, tomada pelo mato e pelo descaso do município e da comunidade. Foram quatro dias de muito trabalho, doação e união. Neste espaço de tempo, consegui observar uma comunidade que se uniu em prol de um bem único, vi crianças se sujando da cabeça aos pés de tinta na tentativa de ajudar na revitalização da praça dos amigos e, no final destes 4 dias vi todas as mesmas crianças que chegavam em casa todas pintadas, brincando e sorrindo nesta mesma praça, que antes não passava de um ponto de tráfico de drogas, hoje a comunidade retomou o que era dele por direito, a praça e a certeza de que as crianças terão um lugar para brincar e passarem o tempo. Saio desta Missão com a certeza de que plantamos várias sementes de inquietação, revolução e esperança” (Pedro H. Muniz – Equipe do gesto Concreto).

 

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“Para o CSM Itaquera, a Missão Solidária Marista abre portas para o diálogo com o território de modo ainda mais profundo. Certamente essa semana intensa de trabalho, transforma não só a realidade dos jovens missionários, mas também a da nossa unidade, dos colaboradores e de toda a comunidade educativa. Obrigado!” (André Severino – Equipe de Coordenação da MSM de SP).

 

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“Nós somos de vários lugares, mas quando estamos juntos, somos mais. Capazes de mudar o mundo e viver o sonho de Champagnat. Acreditamos que a vida tem valor. Somos parte da mensagem do amor. Trazemos corações conectados. Pra sentir, pra cantar e viver essa vocação” (A gente faz Acontecer – Guto e Marcela).

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jan 22
Diário de Bordo – 5°dia – MSM 2016 Caçador

Diário de Bordo – 5°dia – MSM 2016 Caçador

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“Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota”
(Madre Teresa de Calcutá)

Com essa gota de vontade e entusiasmo nosso corajosos missionários iniciaram o dia refletindo sobre tudo que já foi vivenciado. Estamos mais perto do fim do que do começo, e agora finalizando as atividades da semana, os rumores já são de uma tal saudade que aos poucos acalenta seus corações. Mesmo assim a alegria ainda é contagiante e o dia demostrou isso através das muitas ações voluntárias que foram feitas.

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“De manhã preparamos nossa oficina, mas o jovens não apareceram, mesmo assim não desanimamos e fomos ajudar o grupo que estava com as crianças. A tarde eu fiquei no apoio limpando. Sempre quis participar da Missão Solidária e está sendo uma grande experiência para minha vida. A gratidão é muito grande por estar ajudando, é um sentimento muito bom” (Renata – Colégio Marista de Criciúma)

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“Foi bom hoje, um pouco frustrante de manhã pois nenhum jovem veio na oficina, mas de tarde tivemos muito trabalho limpando o centro comunitário, foi cansativo porém gratificante por termos terminado” (Eliton Corrêa – Centro Social Marista de Pouso Redondo).

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“O MSM é um projeto que sempre me deixa na incerteza para ir, mas depois que estou aqui e vejo os outros participantes da missão percebo como a gente pode ter um bom relacionamento, fiz muitos amigos. Uma das coisas que eu vou guardar desse missão é que visitamos uma casa e tinha uma menininha de 5 anos, no início ela não queria nem me dar uma abraço, porém no final da visita ela venho me entregar um bichinho de pelúcia, na hora eu recusei mas a mãe dela disse leva pra você. Ele estava meio rasgadinho e minha mãe de missão costurou para mim, isso foi muito legal”. (Enzo – Colégio Marista São Francisco – Chapecó)

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E ainda tem mais um dia de atividades, está terminando mas ainda não acabou.

jan 21
Diário de Bordo – 5°dia – MSM 2016 São Paulo

Diário de Bordo – 5°dia – MSM 2016 São Paulo

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O quinto dia da MSM de São Paulo foi recheado de muito suor, trabalho, partilha e lágrimas… Iniciamos o dia sendo levados a refletir a presença do Cristo na humanidade, através dos rostos que cotidianamente cruzam os nossos caminhos para, depois, sairmos para as atividades do dia.

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“Quão maravilhoso foi sentir aquela espera pela nossa chegada, enxergar o brilho no olhar daqueles pequeninos e, principalmente, aquele sorriso que enchia meu coração de felicidade. Aquelas crianças com diferentes histórias de vida, que carregam alegria, medo e sensação de abandono. Este que, na maioria das vezes, vêm daqueles que colocamos no poder pra zelar da gente. Estou maravilhada por todo aquele brilho no olhar, pela graça de receber cada sorriso de gratidão!” (Camylla Freire – CSM Ir Justino).

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“Se cada ser é só um e cada um com sua crença. Tudo é raro, nada é comum: Diversidade é a sentença!” (Lenine). Em sintonia com o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa e atendendo os apelos de Papa Francisco, Itaquera amanheceu lutando pela diversidade e pela garantia da liberdade de fé, refletindo sobre o respeito a todas as crenças… Campanha #VistoBranco, participe você também!

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“No quinto dia de Missão, a minha equipe (Tchêpagnat) ficou responsável pela oficina com as crianças na parte da manhã e pelo Gesto Concreto na parte tarde. Já tínhamos separado o que usaríamos na tarde anterior e, ao chegarmos no colégio Milton Cruzeiro, percebemos que haveriam poucas crianças. Diferentemente do terceiro dia, onde também ficamos responsáveis pela oficina, só que no período da tarde. no entanto, o que mais em chamou a atenção, não foi a diferença de movimento, e sim, uma menina de 8 anos (a primeira que me pediu para que pintasse o rosto). Ela ficou durante muito tempo sozinha, e como percebi, fui chamá-la para jogar bola. “Mas eu não sei”, ela me disse. Após isso, disse a ela que eu iria ensinar. Depois de várias “escapadas de bola” e “chutes tortos e fracos” ela foi jogar com os poucos meninos que estavam ali. “Olha tia! Fiz gol! Estou conseguindo!” – e realmente estava. A alegria daquela criança me fez lembrar das minhas saudosas aulas de futebol. Só que dessa vez, eu estava do outro lado: eu estava ensinando alguém! E a cada “jogada certa”, suponho que eu ficava ainda mais feliz que a pequena, pelo simples fato de ter conseguido passar um conhecimento de anos atrás, para alguém. No terceiro dia também tínhamos ido ao gesto concreto, e ao chegarmos lá nos deparamos com uma praça completamente abandonada. Hoje foi diferente: Ainda inacabada, mas já sem o mato e quase toda pintada, eu vi uma transformação, que foi realizada em pouco tempo. E agora, parando pra pensar, talvez (e somente talvez, porque ainda não acabou), eu tenha percebido o sentido da Missão: esperança e coragem de mudar. Esperança, porque é o que temos para que o mundo “não nos devore”. Como eu mesma disse para criança hoje: “se não tivermos esperança por nós, quem terá?”. Coragem, e não vontade, porque de nada adianta ter simplesmente vontade, para mudar é necessário CORAGEM, e muita! Sentimento aliás, que nessa Missão Solidária Marista, tivemos de sobra” (Yolanda Catalano – ex-aluna Marista).

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“O rosto de Deus é jovem também e o sonho mais lindo é Ele quem tem. Deus não envelhece, tampouco morreu, continua vivo no povo que é seu. Se a juventude viesse a faltar o rosto de Deus iria mudar…” (O mesmo rosto – Jorge Trevisol).

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jan 21
Diário de Bordo 4º Dia – MSM 2016 Curitiba

Diário de Bordo 4º Dia – MSM 2016 Curitiba

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A gente espera do mundo e o mundo espera de nós, Um pouco mais de paciência”. (Lenine)

E como diz Lenine, “um pouco mais de paciência” missionário, estamos na metade da Missão. Neste quarto dia, o corpo começa a falar. As costas rangem, Lembranças do gesto concreto. As pernas latejam, efeito das distâncias percorridas nas visitas missionárias. A paciência exercitada ao expor ideias em momentos estratégicos das atividades Socioeducativas. Entretanto, este olhar individual se dissipa. Não pensamos mais em nada disso. Focamos apenas no que virá, no que podemos fazer a mais.

Pela manhã, a capital continua sorrindo para nós. O sol livre, pendurado no azul do céu, torna as caminhadas mais animadas. Camiseta e crachá, seguimos para nossas atividades ao lado dos irmãos de missão, companheiros que conhecemos nos grupos e que partilham conosco cada momento.

Crianças, adolescentes e familiares chegam na portaria do Centro Educacional animados. Brincadeiras irão surgir a cada sala. Mãos preocupadas de jovens missionários conduzem criança por criança. O silêncio é quebrado por risos e passos, e as atividades iniciam.

Várias heroínas surgem nos sonhos das meninas. E ao pintar na testa uma coroa da personagem “Mulher Maravilha”, contam quem são seus exemplos de mulher: “a minha vó Neida é minha mulher maravilha, por que ela é forte, e cuida de mim e dos meus irmãos desde que era pequena”, conta Joice, de 11 anos. “A minha mulher maravilha é minha irmã. Ela não deixava minha irmã mais velha bater em mim e sempre me defendia. Hoje ela tem uma filha, e agora ela defende a bebê também”, conta Nataly, de 10 anos.

Nas visitas missionárias, surpresas a cada porta. Em uma casa, um senhor de idade avançada se preparava para sair. Dois de nós se aproximaram dele e perguntaram se poderiam conversar. “Cinco minutinhos, pois já estou saindo”. E ao se darem conta, ambos, missionários e morador ficaram mais de uma hora trocando histórias de vida e sabedoria. “O mundo precisa de mais jovens como vocês. Deus enviou vocês aqui para fazer o meu dia valer a pena. Agora tenho um motivo para sorrir o dia todo”.

E na partilha, os jovens se emocionaram ao relatar as experiências que tiveram: “Abordamos uma senhora que estava no portão da sua casa, dizendo que éramos Maristas. Ela respondeu que sua filha estudava no Marista e abriu os portões pedindo para que entrássemos, como se a gente fosse de casa”, “Me da força saber que eu faço parte de um grupo de pessoas maravilhosas que querem isso também, um mundo melhor”.

jan 21
Diário de Bordo – 4° dia – MSM 2016 Caçador

Diário de Bordo – 4° dia – MSM 2016 Caçador

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“Ir ao encontro do outro” na escuta, na fala, no sorriso, no gesto e na alma. A cada dia que passa, os missionários vivem mais intensamente essa experiência de doação. Há muito cansaço no percurso, o sol está quente e apareceu radiante todos os dias, mesmo assim os jovens carregam em si um coração que incendeia pela missão.
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“Eu tenho problema de asma e não posso fazer muitas coisa porque canso rápido, mas quando eu pensava no bem que estava fazendo as outras pessoas isso me motivava a prosseguir. Uma das missionarias que sabia do meu problema me agradeceu por estar ali, pois consegui ajudar muito elas. Eu resumiria o MSM em uma experiência nova. Nunca havia chegado em um bairro que não conheço para falar com as pessoas e elas nos acolhiam e partilhavam sobre a vida delas”. (Matheus Madeira Batista – Centro Social Marista de Pouso Redondo)

 

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As visitas estão sendo muito bem aceitas pela comunidade, os missionários ficam felizes em e relatam nas conversas durante os intervalos como tem sido essa experiência. Como diz a bela canção “Pra não dizer que não falei das flores” Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não, Nas escolas, nas ruas, campos, construções… E assim seguimos nossa Missão Solidária Marista.

 

jan 20
Diário de Bordo – 4° dia – MSM 2016 São Paulo

Diário de Bordo – 4° dia – MSM 2016 São Paulo

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E no 4º dia de MSM, nossas atividades continuam a todo vapor! Pudemos receber em nossas oficinas durante o dia mais de uma centena de crianças, visitar dezenas de famílias das comunidades da Paz e de Corbéri e dar continuidade às ações de revitalização da Praça dos Amigos, gesto concreto da Missão Solidária Marista de Itaquera/SP.

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“No dia de hoje frequentamos uma das comunidades encontradas na região de Itaquera. Definitivamente nunca irei esquecer essa experiência. É impossível deixar de comentar sobre a fé e a esperança de todos que conhecemos, muitas vezes reclamamos de pequenas coisas que, na verdade, são irrelevantes e, hoje, pude perceber isso. É preciso que as pessoas encontrem esperança nas pequenas coisas e atitudes, assim como eles. Por mais que a situação de carência seja triste, senti o contrário, a felicidade de quem mora lá e as conquistas que a vida os trouxe. Aprendi muito com o dia de hoje” (Daniela Herbst – Colégio Marista N. Sra. da Glória).

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“Eu só peço a Deus que a injustiça não me seja indiferente, pois não posso dar a outra face se já fui machucada brutalmente… Eu só peço a Deus que o futuro não me seja indiferente, sem ter que fugir desenganando pra viver uma cultura diferente…” (Eu só peço a Deus – Mercedes Sosa)

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“Durante os dias da MSM 2016, eu vivi experiências emocionantes e marcantes, mas nada se compara com a de hoje. Ao final do gesto concreto, Alex nos levou para conhecer a comunidade que é líder e da qual a praça sendo revitalizada no gesto faz parte, para contemplarmos o que, para mim, foi a vista mais chocante da minha vida. Nunca antes eu tinha visto algo daquela proporção. As casas e os barracos se estendiam até onde a vista alcançava, os sobrados que mais pareciam prédios chegavam a ter até 6 andares, e, em cada andar, cada casa, cada barraco, morava uma família, uma história, e por mais diferente que fosse uma das outras , todas sofriam a mesma carência, a mesma miséria, estavam todas no mesmo estado deplorável em que nenhum ser humano deveria viver. Mas por mais triste que aquilo fosse, naquele mundo de tijolos e madeira, havia vida, alegria e felicidade. Confesso que a minha reação ao passar por aquilo foi espantosa, juro que tive vontade de chorar, mas mesmo assim havia crianças correndo entre nós, pessoas comemorando em suas lajes, ao longe ouvia-se risadas, piadas… Então me coloquei a pensar: se ali, com tão pouco, o sorriso era contagioso, do que precisam os que tem de tudo para sorrir daquele jeito?” (Matheus A. Gomes – Ex-aluno Marista).

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jan 20
Diário de Bordo – 3º Dia – MSM 2016 Caçador

Diário de Bordo – 3º Dia – MSM 2016 Caçador

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” Que os vossos esforços desafiem as impossibilidades, lembrai-vos de que as grandes coisas do homem foram conquistadas do que parecia impossível (Charles Chaplin)”.

DESAFIADOR, foi assim que iniciou o 3º dia de missão em Caçador, os jovens foram direcionados para as atividades concretas. O pedágio e aplicação de multa nos moradores, gerou surpresa e alegria, a ação consiste em abordar as pessoas nos carros ou que estão caminhando pela rua e aplicar a tal multa que pode ser escolhida para pagar e as penalidades são bem legais, um abraço, um sorriso ou um aperto de mão. O missionário Eloyve Ramos aluno do Colégio Marista Frei Rogério de Joaçaba relatou-nos “quando a gente abordava as pessoas, a maioria ficava “meio assim” mas depois quando viam as opções das multas a maioria escolhia abraço. Eu entreguei um papel para um catador de lixo e ele guardou na carteira dele e agradeceu muito com um forte abraço”.

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Ainda aconteceu o trabalho comunitário onde uma equipe coletou os lixos ao redor da comunidade onde está sendo realizado o gesto concreto. Sobre essa atividade marcante a jovem Amanda Stoltz Pedroso aluna do Colégio Marista São Francisco de Chapecó, comentou sobre a ajuda de todos, “o que marcou foi todo mundo se ajudando, a gente ia carpindo e cantando para se animar a continuar. Em um momento, quando chegamos para carpir, alguns homens, que estavam num bar, levantaram para ver o que a gente estava fazendo. É minha segunda missão e agora eu vim mais preparada, principalmente com o filtro solar e repelente”.12576122_10153797892740126_223489977_n 12575757_10153797893115126_995661090_n

As visitas nas famílias também da comunidade local ajudaram os jovens a conhecer mais a realidade do outro e se colocar em seu lugar, através da partilha, que por vezes era rápida ou muito longa, mas deixou algo de especial em cada um.

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A noite aconteceu um encontro com as famílias que acolheram os missionários, onde os jovens falaram sobre vida em comunidade, e mais uma vez tiveram a oportunidade de ouvir os moradores e um pouco da história de como iniciou o bairro.

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