Salve, salve galera!

 

Hoje queremos partilhar com vocês um pouco sobre as impressões dos facilitadores dos workshops feitos na jornada.

 

“PRA VOCÊ, COMO FOI APLICAR A OFICINA/WORKSHOP?”

Jucie Parreira: (ARCO E FLECHA)

Foi bem interessante no sentido de que a gente pode proporcionar aos alunos não somente um contato com a diversidade cultural que temos no Brasil. Quando a gente começa a pensar na questão de arco e flecha, a variedade que a gente tem, mas, é principalmente a ideia do trabalho do foco e a ideia do preparo do próprio material, a ajuda que eles tiveram que fazer. Porque a gente começou primeiro com um grupo fazendo o treino da atividade e esse grupo  multiplicou: tem que trocar material, tem que ajudar o colega, tem que pensar essa forma, porque a forma final é decisiva para acertar o alvo ou para conseguir ter velocidade, isso é fundamental, isso exige planejamento. O fato da gente conseguir dialogar com eles sobre isso foi fundamental para a oficina.

Abel Domingues – Projeto cabeça de Coco: (BONECOS)

A experiência é simplesmente indescritível, o prazer de estar aqui, o privilegio de compartilhar essa comemoração do bicentenário dessa missão, desse proposito marista com a juventude é um prazer inenarrável. É uma satisfação, um prazer e espero ter o privilegio de participar muitos outros anos com vocês.

Michele Bravos – Jornalista: (FOTOGRAFIA)

Gostei bastante de poder compartilhar um pouco da minha experiência com a fotografia com os alunos, principalmente porque a gente focou na ideia da fotografia com celular, então eu acredito que a fotografia esta além do instrumento que a gente usa, ela é muito mais que isso. Espero ter contribuído de fato com os alunos. Eles se interessaram, porque eu vi alguns já fazendo a foto, e a gente propôs um exercício que eles pudessem fotografar durante o evento com alguns temas em mente e a ideia e que isso possa gerar um álbum com os olhares deles. Essa expressão deles, de como eles têm entendido o evento e vendo além do obvio. Pra mim foi muito gratificante partilhar e espero que as fotos retratem o trabalho dos alunos.

Felipe Gabriel Motin – Pastoralista da PUCPR (MÚSICA)

Pra mim foi uma experiência muito interessante e importante, poder ver os jovens empoderados por meio da música, ver a música tomando uma proporção enorme dentro do coração deles. Vendo que eles têm uma visão crítica da realidade e da sociedade em que eles vivem e que eles conseguiram colocar isso por meio da música, foi fantástico. Então, eu fico muito grato por essa oportunidade e por estar fazendo parte dessa equipe e dessa jornada. Rumo a mais 200 anos de muita diferença, de transformação social que a gente está buscando.

João Leno Venuka –  (FILTRO DOS SONHOS).

Foi bem gratificante, pela questão do filtro dos sonhos. É um tema bem importante trabalhar sonhos, a gente abordou a questão dos sonhos, aqueles que a gente sonha dormindo ou acordado e ver a diferença de cada jovem ao tecer essa teia dos sonhos. Alguns com um pouco mais de dificuldades e outros não. Na hora de fazer o filtro dos sonhos alguns desistindo e outras pessoas do lado tentando ajudar pra não desistir, mas no geral todos conseguiram fazer o filtro dos sonhos e foi bem bacana, todos gostaram muito.

Annelise Mileo – Educadora Social no Centro Educacional Marista de Curitiba: Teatro

Foi muito divertido, porque é um público jovem, eu também sou jovem, então a gente fala a mesma língua. Eles conseguiam prestar bastante atenção no que eu estava falando. Fazia uma linguagem muito parecida com a deles. Como eu trabalho com teatro a 20 anos praticamente, eu conseguia improvisar alguns exercícios cênicos com eles através da realidade que eles estavam me trazendo. Ao longo da oficina modifiquei o que tinha sido programado, porque percebi que a necessidade deles era outra, mas isso aconteceu porque me senti a vontade. Foi muito legal, adorei.

Rudi Nicola – Projeto Stencil

Primeiro agradecer o convite do grupo, primeira vez que trabalho dentro do Colégio [Marista] Santa Maria, mesmo estando no Grupo Marista, a gente acaba executando trabalhos separadamente. E primeiro trazer o Stencil para o colégio é importante, pois essa é uma experiência que a gente trabalha nos Centros Sociais. Trazer um pouquinho dessa coisa da arte Urbana que muitos dos jovens que a gente trabalha se apropriam. Então é isso, trazer para outros espaços metodologias que a gente usa nos centros sociais, que tem a ver com arte urbana, cultura urbana e que a gente usa para a transformação social de modo geral.

Claudia Pacheco – Empoderamento Feminino

Foi muito melhor do que eu imaginava. Eu tinha pensado em fazer uma parte teórica e uma parte prática e aí começaram com a teoria e acabamos fazendo uma roda de conversa, um grupo de discussão. As meninas participaram super bem, acho que foi um aprendizado para mim e todos que estavam juntos, foi muito bom, a gente discutiu bastante e com certeza vai sair daqui muitas reflexões bacanas.

Por Nathan da Costa