Nos dias 17 e 18 de fevereiro, na cidade de Jaraguá do Sul, 35 jovens de 14 cidades diferentes se reuniram para o encontro anual do Laicato Jovem Marista. O evento foi realizado na Casa de Formação dos Irmãos Maristas e contou com a coordenação do Setor de Pastoral, em parceria com o Setor de Solidariedade e Vida Consagrada e Laicato.

Durante os dois dias de atividades, os jovens se reuniram para discutir a realidade atual dos grupos laicais. Desde 2016, o processo de formação do Laicato Jovem vem acontecendo, com a evolução do processo ocorrendo e sendo mais uma vez discutida em um encontro. Na primeira manhã de atividades, foi recordado um breve histórico desses dois anos de atividades, além do começo das reflexões, com a dinâmica do aquário. Nessa dinâmica, quatro jovens por vez iam ao centro da roda para dialogarem sobre alguns temas propostos pelo convidado Khalil Gibran Abdalla e assim, com o revezamento de vários participantes que iam ao centro da roda, houve a construção de uma discussão inicial sobre o laicato.

No período da tarde de sábado, os participantes foram divididos em grupos, para colocarem no papel o que vem acontecendo positivamente e negativamente nos laicatos, o que precisa mudar e o que pode ser passado para frente. Com essa dinâmica, surgiram vários pontos em comum nas conversas e análises dos grupos, que foram expostos na conversa com todos presentes.

No começo da manhã de domingo, os participantes estiveram no Parque Malwee para um momento de oração e reflexão de tudo que havia acontecido até o momento. Posteriormente, houve a conclusão de toda a discussão realizada nos dois dias. As propostas e ideias conversadas foram juntadas em grupos separados através dos regionais da província. Esse material, posteriormente, servirá como base para a construção de um documento do Laicato Jovem, que sirva como um norteador para os grupos. Será criado um grupo de trabalho de jovens, os quais se dedicarão até o final de 2018 para a criação desse documento junto à província.

Os desafios do Laicato Jovem são grandes e o esforço dos jovens também será. No final, o sentimento é de alegria e união para o que virá, como afirma Welinton Trentin, de Joaçaba. “Saí muito feliz pelo que fizemos, partilhamos e vivemos. Creio que Champagnat está feliz lá no céu, por ver que sua promessa continua viva em muitos corações”.

Por João Heim