Salve, galera!

No último final de semana celebramos o dia de São José, pai de Jesus e patrono da Igreja!

O Evangelho nos conta que no momento em que Maria fica sabendo que dará a luz à Jesus, ela comunica a José. E ele, apesar de ter todos os direitos da época de denunciá-la abertamente, escolhe ser discreto.

Prefere deixá-la em segredo e preservar a sua vida.

Se pararmos para refletir sobre esse gesto, perceberemos que se trata de um ato de imenso amor. Pois, achando que havia sido enganado, apesar da dor, ele não escandaliza. Guarda no coração e opta pelo silêncio.

Deus, que não permitiria que Maria fosse julgada injustamente, pede a um dos seus anjos que se revele a José.

O quão grato ele deve ter se sentido a Deus, por saber que a sua decisão anterior era sensata e reversível.

E assim a família de Nazaré pode se preparar para receber o Cristo.

A discrição  é uma das pequenas virtudes maristas que Champagnat tanto pregava para os irmãos.

A quaresma também é um tempo de discrição, de voltar-se para dentro e de guardar no coração. Será que temos nos dado a oportunidade de estar a sós conosco e com Deus?

Que São José possa nos ensinar essa sensibilidade e prudência que ele teve com Maria e com Deus.

São José, rogai por nós!