Salve, salve pessoal!!

Hoje queremos partilhar com vocês alguns depoimentos dos participantes da MSM Ir. Lourenço, que aconteceu em Nova Andradina/MS

A missão aconteceu dos dias 7 a 14 de julho, e foi uma bela experiência de imersão.

Estiveram envolvidos tanto o Laicato Jovem Marista, como os fraternos do Movimento Champagnat da Família Marista.

Foi muito belo!!

Confira os depoimentos:

Luciano de Oliveira – Fraternidade CHAMA – Ponta Grossa- PR

“Tu me seduzistes Senhor e eu me deixei seduzir.” Jeremias 20, 7 .

Ser peregrino marista é ser missão todo dia, nos lugares os quais Deus nos chama e nos interpela. Ser peregrino marista é um adjetivo que agrega o colo de Maria Boa Mãe com todo carinho e Espiritualidade e atravessa nosso coração. Ser peregrino marista é ser caminhante nos desafios diários da vida. Ser peregrino marista é ser um fotógrafo, que tem um olhar de Deus em tudo. Ser peregrino marista é acolher outros peregrinos, que também estão nos caminhos de Deus. Ser peregrino marista é estar aqui em Nova Andradina e sentir a presença de Deus nas famílias, nos pequenos irmãos de Maria, nos jovens, nas crianças e dar glórias a Deus… Ser peregrino é estar em família, com a família, sendo família marista. “Tudo a Jesus por Maria, tudo a Maria para Jesus” – São Marcelino Champagnat.

Somos peregrinos maristas que deixamos nossas rotinas, para mergulhar nessa experiência: diferente das anteriores já vivenciadas para os jovens leigos e para os fraternos Maristas a sua primeira.
A viagem começou em Maringá-PR nosso ponto de encontro e partida para a cidade de Nova Andradina/MS. Momento de conhecer quem seria as pessoas que passariam a semana comigo já que muitas delas eram desconhecidas. Partimos após o almoço e no ônibus já fomos vivenciando o ser marista.

Na chegada em Nova Andradina fomos recepcionados com um jantar realizado pela Fraternidade Mãe Pastora e as famílias que nos acolheriam durante aquela semana. Fiquei em uma casa que morava a mãe e uma filha professora de Geografia, mas eu tinha outras duas irmãs já casadas. Sendo que uma dessas irmãs acolheu outra missionária, a Iracema, da fraternidade São José da cidade de São José/SC. Minha ida e da Iracema naquela família foi para trazer mais união a eles e dar a resposta que eles estão no caminho certo. E foi uma semana de convivência intensa com vários almoços, jantares em conjunto a família toda, sendo que um desses jantares teve a presença de mais outros dois missionários fazendo a aproximação das famílias já que as mesmas não se conheciam e por causa dos missionários viraram amigas. Na missão Ir. Lourenço o propósito de convivência com as famílias, sem gestos concretos prevalece, mas durante a semana desenvolvemos algumas ações na comunidade como a festa Julina para proporcionar a convivência entre os missionários e as famílias acolhedoras, visita aos enfermos, brincadeira com as crianças, conversa com os grupos de jovens da cidade, doação de medula óssea, visita a casa acolhedora, ao conviver (grupo dos idosos da cidade)e a procissão das luzes que contou com um terço a Maria. No último dia de atividades fizemos um jantar de encerramento, e esse jantar foi feito por nós missionários como forma de agradecer a recepção daquele povo tão amoroso e hospitaleiro, no jantar fizemos um remember da semana. Estar junto aos fraternos do Movimento Champagnat da Família Marista possibilitou vivenciar o ser marista com maior naturalidade, mesmo que a cidade de Nova Andradina não haja mais a presença dos irmãos os fraternos que lá moram vivenciam diariamente o carisma Marista e aos poucos estão ganhando espaço naquela cidade. Todo Missão é único e deixa suas marcas tanto nas pessoas que nos acolhem e/ou convivem conosco durante aquela semana como também em nós missionários que aprendemos mais com essas pessoas do que elas conosco. Finalizo dizendo, valeu a pena deixar a minha rotina para vivenciar essa experiência! Somos peregrinos Maristas.

Igor Bellenda – Laicato Jovem de Curitiba
Saí de minha cidade, de minha rotina, de minha família para uma experiência diferente. Cheguei a Maringá/PR, cheio de expectativas, ao ir a Nova Andradina/MS, passar uma semana convivendo e trabalhando com pessoas nas quais a maioria eu não conhecia. Mas era durante a viagem que a missão já começava, e o nosso caminho de peregrino também. Eis que chegamos a cidade de Nova Andradina, e já fomos muito bem acolhidos pela fraternidade Mãe Pastora. Tudo começou com um jantar preparado especialmente pela fraternidade para nós missionários e logo em seguida já fomos anunciados as famílias nas quais fomos acolhidos durante a semana toda. Fiquei na casa da dona Sirlei e do seu Rogério, que foram os meus pais adotivos nesta semana. Tive uma boa e fraterna relação com minha “mãe” de missão, com muitas conversas que tive com ela ao longo da semana, como se fosse uma boa relação entre mãe e filho. A convivência com as famílias, sem dúvida, era a base da Missão Ir. Lourenço, mas mesmo assim não deixamos de fazer algumas atividades em prol da comunidade, como por exemplo a Festa Junina do salão da Igreja, as visitas aos doentes, as famílias e as atividades com as crianças. Cada uma delas, principalmente as visitas as famílias da comunidade e aos doentes marcaram muito a todos, e quem acabou aprendendo sobre uma nova realidade fomos nós mesmos os missionários. Cada experiência acabou marcando e ensinando a gente de muitas maneiras. O fato de estarmos junto ao Movimento Champagnat só aumentou mais a nossa união e força de trabalho, pois independente de que grupo ou realidade participássemos, fizemos todos juntos um excelente trabalho, e conseguimos trazer a Nova Andradina o carisma marista. Com toda certeza, trouxemos nossa marca e nosso jeito de ser para aquela cidade, e que nunca serão esquecidos. Pois ser missionário e peregrino Marista é deixar a sua rotina de lado e vivenciar uma nova experiência junto a pessoas e realidades que você não conhece. E a missão não para. Somos todos agora convidados a sermos missionários em nossas próprias realidades.

Por Dhiovana Francini.