No último dia 18, os Maristas Azuis escreveram uma carta de Alepo, sobre as situações que eles têm passado por lá.

As pessoas têm vivido em circunstâncias muito precárias, tanto de falta de água, como de energia, mas, principalmente, falta de paz.

São inúmeros os casos de pessoas que morrem ou que ficam feridas. As mulheres tornam-se viúvas e seus filhos órfãos.

Contudo, nossos Maristas continuam agindo, acolhendo, amando e dando subsídio para que essas pessoas sobrevivam.

 

A leitura da matéria é muito valiosa. Todos e todas deveriam se dar a oportunidade de lê-la na íntegra (link ao final).

Nabil nos traz algumas respostas sobre o verdadeiro significado da palavra Esperança:

 

Esperar, é permanecer ligados quando tudo treme, é aceitar o risco quando tudo está assegurado, é propor uma presença quando tudo é absurdo.

Esperar é permanecer habitado pelo amor, alimentado pela ternura, animado pela paz. Esperar é avançar quando tudo parece impedido, quando tudo parece terminado, quando tudo é condenado. É viver no limite, na fronteira, no extremo de uma escolha essencial:

“Não tema, eu o carrego na palma da minha mão, você é meu amigo”.

Esperar é dizer Magnificat. Você está na minha vida e eu estou na sua, um eterno poema de Amor.

 

Ao final, Nabil Antaki nos faz refletir sobre o momento espiritual que estamos vivendo, e sobre o momento real que eles vivem lá:

 

Após a sua Ressurreição, Jesus mandou dizer a seus discípulos que o esperassem na Galileia. Os discípulos estavam tristes e desesperançados porque Jesus havia morrido. Perderam toda a esperança. O seu encontro na Galileia, com Jesus ressuscitado devolveu-lhes esperança. Eles aprenderam que, depois da morte, há ressurreição, e que depois das trevas haverá luz.”

 

Fonte: http://champagnat.org/400.php?a=6&n=3905