Salve, salve galera

Hoje, adiantando um pouco a comemoração de amanhã, vamos responder a algumas perguntinhas:

Eu lhe pergunto: Quem era José?

Aí você responde: Ora, José era pai do menino Jesus.

Daí eu lhe digo: E você já pensou em José como um homem comum? Como um cara que era noivo, que recebe a notícia de que sua noiva está grávida, e que tomou como seu um filho que era do espírito santo?

Muitas perguntas né?

Vamos refletir juntos: Ele, diante dessa situação toda, iria deixá-la em segredo, pois, sendo um homem justo, não queria que Maria fosse apedrejada até a morte, porque era a pena da época.

Mas aí Deus vem e resolve a parada: Naquela noite um anjo do Senhor vem até José, em sonho, e fala que tá tudo certo, que o esse filho será o salvador do mundo e que é para José dar a ele o nome de Jesus.

Até ai, tudo bem. Mas a gente não pode esquecer que José teve que passar por outras. Ele teve que ajudar a Maria na hora do parto, afinal, só tinha ele lá. Foi o primeiro a pegar Jesus no colo e a cortar o cordão.

José foi um pai muito cuidadoso e amoroso, mas Jesus era uma criança como outra qualquer, que fazia bagunça, ficava doente e provavelmente teve que levar algumas broncas do tipo “Desce dai menino!”.

Quando Jesus tinha 12 anos, Maria e José simplesmente perderam Jesus durante a viagem. Imaginem que dois dias depois eles se encontram e dizem:

“Ué, Jesus não está com você?”

“Não. Ele não está com você?”

“Não. Pô, então ele tá aonde?”

E ai tiveram que voltar, mais dois dias, para procurar Jesus, que, muito de boa diz: “Por que vocês estavam me procurando? Onde mais eu poderia estar, se não na casa do meu Pai?”

Coisa de adolescente mesmo!

Nosso post de hoje é para lembrar a vocês que José foi um pai como outros pais, que já ficou sem saber o que fazer quando Jesus ficou doente, e que também teve medo. José contou histórias, brincou junto e também ensinou a sua profissão à Jesus.

E ai, será que você não conhece nenhum José como esse?

Os santos não estão longe da gente. Algumas vezes eles vivem dentro de nós.

Por Joyce Araújo e Laura Ferraz